<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935</id><updated>2012-01-23T00:55:17.127-02:00</updated><category term='tomada de posição'/><category term='esperanças'/><title type='text'>Baú do Observador</title><subtitle type='html'>Velharias, antiguidades, lembranças e reminiscências, misturadas a um monte de coisas dos nossos dias.
Alguns "escritos", divagações impensadas.
Mistura sadia e engraçada.
Esse é o meu Baú!!!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-5876412807379379959</id><published>2007-12-28T17:43:00.000-02:00</published><updated>2007-12-28T17:44:01.227-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esperanças'/><title type='text'>VONTADES E ESPERANÇAS</title><content type='html'>Num ano que vai ficar marcado para mim, &lt;strong&gt;como o ano da renovação&lt;/strong&gt;, do meu coração revascularizado, &lt;strong&gt;quero deixar marcado&lt;/strong&gt;, registrado, em todos os meus queridos &lt;strong&gt;blogues e assemelhados&lt;/strong&gt;, minha felicidade e esperanças para os muitos outros anos que &lt;strong&gt;eu ainda espero desfrutar aqui no planeta&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;E que essa esperança e felicidade, &lt;strong&gt;seja estendida a todos amigos&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;parentes e os mais chegados, em toda a sua plenitude.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FELIZES ANOS NOVOS!&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-5876412807379379959?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/5876412807379379959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=5876412807379379959' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/5876412807379379959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/5876412807379379959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2007/12/vontades-e-esperanas.html' title='VONTADES E ESPERANÇAS'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-5095752876414967430</id><published>2007-06-22T18:47:00.000-03:00</published><updated>2007-06-22T19:07:59.397-03:00</updated><title type='text'>EU SOU MENINO</title><content type='html'>Não sabia como tudo tinha começado. Conversavam, planos para o casamento em breve, quando, do nada, como dizem, surgiu a discussão. Nenhum dos dois soube o porque, bem como não souberam abrir mão dos seus argumentos. Desse tipo de coisa que acontece em momentos mais tensos, quem sabe, até mesmo um casamento. O deles. &lt;br /&gt;Sabiam que era coisa a ser resolvida, mais dia, menos dia, a qualquer hora, bastava esfriar a cabeça. Um dos dois, ao menos. Qual deles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela já tinha ido embora, quando ele resolveu que daria o passo inicial, para acabar com esse problema. Amava sua namorada, pombas!&lt;br /&gt;Mas estava precisando espairecer, limpar a cabeça, que não parava de pensar naquela briga tola e que tomara proporções maiores.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Fazer o quê"&lt;/em&gt;, tentava simplificar, &lt;em&gt;“são coisas que acontecem”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Vou dar uma saída, esfriar a cabeça e depois penso melhor”&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;Tomou um bom banho, fez a barba, vestiu uma roupa mais esportiva, saiu, sem qualquer plano pré-estabelecido. &lt;em&gt;”No caminho, eu resolvo”&lt;/em&gt;, pensou.&lt;br /&gt;Desceu a Marques de São Vicente, Gávea, lá no final, carrinho novo, canal do Leblon, na dúvida nem pestanejou, subiu a Niemeyer, sem destino, &lt;em&gt;“easy rider”. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Começou a sentir-se melhor, menos culpado pela briga que tivera. Gostava, muito, da namorada. Nada do que pretendia fazer agora, buscava esquecê-la. Apaziguar sua cabeça, isso sim!&lt;br /&gt;Passou pelo Sheraton seguiu em frente, fim de tarde linda, começava a ficar mais tranqüilo. Subida do Vidigal, a  direita, passou batido, seguiu em frente pela Niemeyer, ligou o rádio, musiquinha gostosa, procurava pensar aonde iria, onde tentaria colocar sua cabeça no lugar. Na verdade, começava a pensar como resolver a briga com a namorada, tinha que ser no dia seguinte. Pra isso, limpar a cabeça, raciocinar legal, rapidinho, obrigatório. &lt;br /&gt;Mas, aonde ir, tornou a pensar. Já estava na altura do King´s Motel, quando resolveu voltar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Sheratton! É isso!”&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;Tem aquela casinha onde funciona uma cachaçaria, em que ele já estivera umas vezes com a sua namorada. &lt;em&gt;“É pra lá que eu vou!”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Freou, observou o trânsito, aproveitou a espécie de retorno que existe em frente ao King´s, arrancou no sentido que viera, se mandou para o Sheraton. Lá chegando, desceu aquela rampa chata, circular, que não acaba mais, estacionou e foi em busca da tal cachaçaria.&lt;br /&gt;Achou, procurou um lugar para ficar, o atendente se lembrava dele, perguntou pela namorada, deu uma resposta qualquer. Casa quase cheia, mesinha num ponto discreto, mas com vista para o mar.  Afinal estava lá pra ver se refrescava a cabeça, outras intenções?, isso nem passava pela cabeça. Cardápio na mão, mais para constar pois já sabia o que pedir, sempre a mesma coisa, &lt;em&gt;“bolinhos de aipim com carne seca, caipirinha de cachaça sem açúcar, mas traz o adoçante que eu tempero aqui mesmo”&lt;/em&gt;, relaxou. Nada passava pela sua cabeça. Branco total!&lt;br /&gt;Minutos de total “&lt;em&gt;relax&lt;/em&gt;” enquanto aguardava o pedido, vista para o mar, tranqüilo e limpo, sol se pondo, ainda dava pra ver alguns reflexos do sol que se deitava lá pras bandas do Costa Brava, ficou certo de que sua escolha fora a melhor. Sairia de lá, certamente, com a idéia recomposta de se acertar com a mulher amada. Chegou a pensar em telefonar pra ela, mas sacou que seria prematuro. Se ele ainda tentava digerir o “&lt;em&gt;tranco&lt;/em&gt;”, sabe-se lá a cabeça dela. Certamente estaria precisando do mesmo tempo que ele. “Tempo pra ela, também,” pensou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um olhar geral pelo ambiente, mera formalidade, tem a atenção despertada por uma bela jovem, sentada em uma mesa quase oposta a sua. Sozinha, possivelmente esperando alguém, &lt;em&gt;“uma gata dessas não pode estar sem companhia&lt;/em&gt;”.  Desencanou, relaxou, chegou seu pedido, provou a caipirinha, maravilhosa, provou o bolinho, como sempre de primeira, &lt;em&gt;“vou ficar na minha, pianinho, pianinho&lt;/em&gt;”. Mas, cabeça de homem, mesmo que fosse para conferir se já chegara o “cara” da menina, deu nova espiada para a mesa da linda morena. E lá estava ela, sozinha. Incrível, já se passara meia hora e a “&lt;em&gt;gata&lt;/em&gt;” continuava sozinha! &lt;em&gt;“Garota de programa?”&lt;/em&gt;  Chamou o garçon, perguntou se ele conhecia a moça, se sabia quem era. Nada! Segundo o garçon, era a primeira vez que a via por ali. Olhou de novo e viu que a linda morena olhava para ele. Coincidência, pensou. Mas, novamente, seus olhares se cruzaram. &lt;em&gt;“Seria o destino?”&lt;/em&gt;, pensou, já meio interessado. Afinal, de uma forma ou de outra, estava meio “dispensado”, brigara com a namorada, uma oferta daquelas, um “mole” daqueles, de uma coisa linda como aquela...não dava pra desprezar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamou o garçon. Redigira um bilhetinho, cuidadoso e educado, onde convidava a moça para compartilhar a mesa com ele. &lt;em&gt;“Dividiriam as solidões&lt;/em&gt;”, papo besta, vá lá, mas foi o que ocorreu. &lt;em&gt;“Vai lá naquela mesa, discretamente, e entrega esse “torpedo” pra moça”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O garçon, amigo, ainda o olhou com aquele olhar cúmplice, afinal conhecia sua namorada oficial, e foi à mesa da moça. Ele ficou só olhando, talvez imaginando que ela não aceitasse seu convite. Momentos de expectativa, &lt;em&gt;“afinal, quem não arrisca,não petisca&lt;/em&gt;”, seguido daquele ar de triunfo quando ela se levantou e veio em direção a ele, à sua mesa. Ela, pôde constatar mais de perto, era de fato bonita. Alta, mais para magra, mas com tudo em cima, bem vestida, voz aveludada e quente, &lt;em&gt;“me dei bem&lt;/em&gt;”, pensou. Levantou-se, educado e gentil, puxou a cadeira pra ela sentar, tirando essa obrigação do garçon, aquele boa-noite - a tarde já se fora e a noite dava o ar da sua graça – hora de começar a arte da conquista, em que ele se considerava um craque. De fato, a estória dos seus romances, comprovava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversaram muito, ela tinha uma educação mais apurada do que ele imaginara, estudava Comunicação, planos para futura viagem à Europa, papo fluindo, mãos se tocando, corpos se aproximando, tudo muito cuidadosamente, como ele imaginava numa conquista educada. Haviam jantado, o tempo passara, o interesse ficava evidente, de parte a parte. Não poderia ficar só nisso! &lt;em&gt;“Vamos sair e procurar um lugar mais aconchegante&lt;/em&gt;”, falou, prontamente aceito por ela.&lt;br /&gt;King´s  Motel, próximo e bacana. Conta paga, aquela corrida para o carro, alguns “amassos” pelo corredor, mãos procurando contatos mais íntimos, entram no carro, nada em volta, &lt;em&gt;“que tal umas investidas mais afoitas, mais, digamos, invasivas”&lt;/em&gt;, pensou de novo.&lt;br /&gt;Ela, totalmente envolvida, vai permitindo, seios, coxas, nádegas, quando, ao se aventurar um pouco mais, ela pede que ele pare. &lt;em&gt;“Quero te dizer uma coisa, meu bem&lt;/em&gt;”, ela consegue falar em meio aquele delírio em que estavam envolvidos. Ele, nessa hora já completamente enlouquecido, quase desespera. Mas, lembra-se, &lt;em&gt;“estamos no estacionamento, eu acho que perdi a cabeça, mesmo” &lt;/em&gt;. Para, afogueado, e ouve o que tem a dizer a bela morena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Eu sou menino&lt;/em&gt;”, ela fala, clara e limpidamente, para total surpresa dele. &lt;em&gt;“Eu sou menino&lt;/em&gt;”, repete, Desfaz-se o encanto, como se um abismo se abrisse aos seus pés, suportado, apenas pela sua educação. Ou, até mesmo, pela surpresa, tão inesperada, arrasadora. &lt;br /&gt;Ela, ele, o “&lt;em&gt;menino&lt;/em&gt;”, até meio encabulado, pede desculpas, &lt;em&gt;“mas, se a gente ia ter alguma coisa mais séria, eu achei que você devia saber&lt;/em&gt;”, arremata.  Desconversam, com a educação que uma situação dessas consegue permitir, aquele natural constrangimento de parte-a-parte, ele pergunta a ela / ele onde gostaria de ficar, &lt;em&gt;“vou leva-la em casa”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copacabana, o destino, Bairro Peixoto. Dito e feito, deixada a “&lt;em&gt;dama&lt;/em&gt;” em casa, ele volta para seu apartamento, pensando como isso pode ter acontecido com ele, acostumado a algumas surpresas, mas nada parecido com isso.  &lt;em&gt;“São coisas que acontecem!&lt;/em&gt;”, busca uma explicação, ou um consolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três meses depois casou com a namorada. Festa enorme, igreja repleta! &lt;br /&gt;Da moça/moço, nunca mais teve notícias. Por via das dúvidas, nunca mais voltou na tal cachaçaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÃO COISAS QUE ACONTECEM!&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-5095752876414967430?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/5095752876414967430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=5095752876414967430' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/5095752876414967430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/5095752876414967430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2007/06/eu-sou-menino.html' title='EU SOU MENINO'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-2700654615736554686</id><published>2007-06-05T20:37:00.000-03:00</published><updated>2007-06-05T20:44:20.192-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tomada de posição'/><title type='text'>RECICLANDO</title><content type='html'>Resolvi que &lt;strong&gt;vai ser aqui&lt;/strong&gt;, no meu Baú, que &lt;strong&gt;começarei a&lt;/strong&gt; "&lt;em&gt;depositar&lt;/em&gt;" minhas iniciais &lt;strong&gt;investidas literárias&lt;/strong&gt;, melhor dizendo, &lt;strong&gt;minhas divagações impensadas&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Resolvi tomar &lt;strong&gt;coragem&lt;/strong&gt;, afinal esse espaço não carece de permissão, ou prévia análise para receber o que escrevo e, &lt;strong&gt;portanto, aqui &lt;/strong&gt;"&lt;em&gt;desovarei&lt;/em&gt;" &lt;strong&gt;minhas escrevinhações.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TENHO DITO!&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-2700654615736554686?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/2700654615736554686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=2700654615736554686' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/2700654615736554686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/2700654615736554686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2007/06/reciclando.html' title='RECICLANDO'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-113588561148189891</id><published>2005-12-29T17:42:00.000-02:00</published><updated>2005-12-29T17:46:51.493-02:00</updated><title type='text'>UMA VIAGEM PARA ESQUECER! OU NÃO!</title><content type='html'>No último dia 19 de dezembro fui a São Paulo, para mais uma vista d´olhos na obra do Bruno. A viagem, foi lamentável. De onibus, da Salutaris.&lt;br /&gt;Sobre o assunto enviei correspondência para empresa, com cópia para a tal da ANTT.&lt;br /&gt;Como essas coisas as vezes nõa surtem efeito, registro, aqui no meu Baú, minha reclamação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UMA VIAGEM PARA ESQUECER! OU NÃO!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por força de afazeres profissionais, mais-ou-menos uma vez por mês preciso ir a São Paulo.&lt;br /&gt;Como moro em Petrópolis e vou de ônibus, existe um horário da empresa Salutaris que me facilita bastante a empreitada. Segunda-feira, agora, as oito horas da manhã. Existe um a noite, mas eu detesto viajar a noite. Então, esse horário torna-se super adequado.&lt;br /&gt;Sai-se de Petrópolis por volta das oito horas e lá pras duas, duas e alguma coisa, mais tardar, chegamos em São Paulo. Maravilha! Pena não ter um horário parecido retornando de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 19 de dezembro, utilizei esse mesmo horário para deslocar-me para São Paulo. Pela primeira vez viajei nesse ônibus lotado como estava. Explica-se: véspera de Natal, a comodidade de fazer o trajeto sem baldeações, famílias inteiras viajando, muitas crianças, mas tudo dentro das ocorrências natalinas.&lt;br /&gt;Saímos no horário, mas pegamos, já na baixada, próximo a entrada para a Rio/São Paulo, um engarrafamento que nos roubou uns 30/40 minutos. Rio/São Paulo tomada, a viagem entrou no ritmo normal e tudo corria bem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corria! Pois algo diferente aconteceu. De repente a temperatura interna do carro subiu para 30 graus. Calor intenso, sobretudo numa viatura que não tem possibilidade de abrir janelas. O que eu acho ótimo. Fui à cabina do motorista e reclamei. Com paciência e educação, respondeu-me o “ajudante” (seria? viajava ao lado dele, em pé) que haviam solicitado por causa das crianças. Respondi, no mesmo tom amistoso e cordial que eu pagara para ter um ônibus com ar-condicionado. Ele prometeu corrigir a temperatura, coisa que demorou pelo menos mais uma meia hora. Resolvi agüentar o calor. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Seguimos em frente e chegamos a Resende, onde havia a programação de uma ligeira parada de quinze minutos. Perfeita, quando a viagem não sofre atrasos, chega-se à parada por volta das dez e trinta. Mas, já eram mais de 11,15 da manhã. Alguma fome já apertava os viajantes. O ajudante do motorista (gordo, bigodudo e simpático / educado) ainda tentou negociar alguma alternativa, principalmente por não haver qualquer outra parada para alimentação. Preferimos ficar com fome mesmo e não atrasar ainda mais a viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinze / vinte minutos depois, reembarcamos e a viagem seguiu seu destino. Tudo parecia que terminaria bem, que o atraso seria só aquele, os tais quarenta minutos. Até imaginei que o motorista imprimiria velocidade maior ao carro, para tirar algum atraso, mas tal não aconteceu. Ele era bem cuidadoso! Mas, felicidade de passageiro de ônibus tem limites. Entre Taubaté e São José dos Campos, para deixar passageiros descerem, foram cinco paradas. Algumas, demoradas. O motorista, cuidadoso, também era bonzinho. Pediam pra entrar, para facilitar a descida, ele entrava. Chovia, ele procurava um lugar abrigado, coberto, para parar. Embora isso atrasasse a viagem, e tem gente que precisa cumprir horários, acreditem!, os ares natalinos, a presença imaginária do bom velhinho com o seu barrete vermelho, tudo contribuía para que suportássemos essas ocorrências. Tudo bem, vamos chegar com uma hora de atraso, mas é Natal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, outro mas!, o absurdo maior estava para acontecer. Faltando uns míseros três quilômetros para chegarmos à Rodoviária, plena Marginal Tiête, na pista expressa, o ônibus faz outra parada. Incrível! Com uma pequena calçada a nos separar da pista secundária, trânsito enorme, carros e caminhões passando sem parar, o ônibus estaciona, uma família, com crianças e tudo, fica esperando as bagagens serem retiradas (claro! o bagageiro teve que ser aberto para tirar um monte de malas!), enquanto a família esperava o trânsito dar alguma condição de eles atravessarem a rua para pegar o carro que o idiota, só poderia ser!, do marido esperava como o seu carro parado. Perigo total, imprudência de parte-a-parte, responsável pela família e condutores do ônibus, tudo isso para privilegiar um idiota, o “chefe de família”, que possivelmente não queria perder o tempo de ir buscar a sua família na Rodoviária. Isso tudo, a não mais de três quilômetros do final da viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar ao ponto terminal de nossa conturbada viagem, esperei que todos os passageiros fossem embora e fui conversar com o motorista e o tal “ajudante”. Super atenciosos e educados, ouviram a minha irada, embora educada, reclamação. Falei-lhes que as paradas, ao longo do percurso, embora causadoras de um bom atraso ainda seria suportável. Mas a última parada, plena Marginal Tiête, com uma enorme dose de perigo, tinha sido não uma “camaradagem”, mas uma burrice total deles. Inconseqüência, perde! De goleada.&lt;br /&gt;Despedimo-nos, falei-lhes que mandaria essa correspondência para a Empresa, desejei-lhes Feliz Natal, contente por ter chegado sem maiores danos ao meu destino. Mas, rigorosamente decepcionado com os acontecimentos relatados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disso tudo, o que espero:&lt;br /&gt;1-que a companhia esclareça, terminantemente, que paradas com aquela, próxima à Rodoviária, sejam proibidas;&lt;br /&gt;2-que seja avisado aos viajantes que o ônibus tem ar-condicionado e que o problema de enfrentá-lo, caso seja, é dos próprios passageiros. Que tragam agasalhos, ou que a companhia forneça cobertores, como fazem as outras empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faria, ainda, uma outra sugestão: a volta ao horário antigo, nove horas, notadamente agora que a partida da viagem é feita do novo Terminal, no Bingem. Tem mais, saindo as oito, ou as nove, com a retenção que ocorre nos primeiros horários, dá quase no mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria muito de receber um retorno dessa correspondência, nunca imaginei nenhuma punição ao motorista e seu “ajudante”, bem como gosto muito desse horário e continuarei a utiliza-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Cals&lt;br /&gt;ps: Moro em Petrópolis (Correas), e meu e-mail é: fernando.cals@gmail.com&lt;br /&gt;telefone: (0xx24)2221-2396&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RECLAMAR, QUANDO NECESSÁRIO, É A NOSSA OBRIGAÇÃO!&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-113588561148189891?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/113588561148189891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=113588561148189891' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/113588561148189891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/113588561148189891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/12/uma-viagem-para-esquecer-ou-no.html' title='UMA VIAGEM PARA ESQUECER! OU NÃO!'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-113464260233052240</id><published>2005-12-15T08:27:00.000-02:00</published><updated>2005-12-15T08:30:02.343-02:00</updated><title type='text'>DRUMMOND</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Apelo a Meus Dessemelhantes em Favor da Paz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, não me tragam originais&lt;br /&gt;para ler, para corrigir, para louvar&lt;br /&gt;sobretudo, para louvar.&lt;br /&gt;Não sou leitor do mundo nem espelho&lt;br /&gt;de figuras que amam refletir-se&lt;br /&gt;no outro à falta de retrato interior.&lt;br /&gt;Sou o Velho Cansado&lt;br /&gt;que adora o seu cansaço e não o quer&lt;br /&gt;submisso ao vão comércio da palavra.&lt;br /&gt;Poupem-me, por favor ou por desprezo,&lt;br /&gt;se não querem poupar-me por amor.&lt;br /&gt;Não leio mais, não posso, que este tempo&lt;br /&gt;a mim distribuído&lt;br /&gt;cai do ramo e azuleja o chão varrido,&lt;br /&gt;chão tão limpo de ambição&lt;br /&gt;que minha só leitura é ler o chão.&lt;br /&gt;Nem sequer li os textos das pirâmides&lt;br /&gt;os textos dos sarcófagos,&lt;br /&gt;estou atrasadíssimo nos gregos,&lt;br /&gt;não conheço os Anais de Assurbanipal,&lt;br /&gt;como é que vou -&lt;br /&gt;mancebos,&lt;br /&gt;senhoritas,&lt;br /&gt;-chegar à poesia de vanguarda&lt;br /&gt;e às glórias do 2.000, que telefonam?&lt;br /&gt;Passam gênios talvez entre as acácias,&lt;br /&gt;sinto estátuas futuras se moldando&lt;br /&gt;sem precisão de mim&lt;br /&gt;que quando jovem (fui-o a.C., believe or not)&lt;br /&gt;nunca pulei muro de jardim&lt;br /&gt;para exigir do morador tranqüilo&lt;br /&gt;a canonização do meu estilo.&lt;br /&gt;Sirvam-se de exonerar este macróbio&lt;br /&gt;do penoso exercício literário.&lt;br /&gt;Não exijam prefácios e posfácios&lt;br /&gt;ao ancião que mais fala quando cala.&lt;br /&gt;Brotos de coxa flava e verso manco,&lt;br /&gt;poetas de barba-colar e velutínea&lt;br /&gt;calça puída, verde: tá!&lt;br /&gt;Outoniços, crepusculinos, matronas, contumazes:&lt;br /&gt;tá!&lt;br /&gt;O senhor saiu. Hora que volta? Nunca.&lt;br /&gt;Nunca de corvo, nunca de São-Nunca.&lt;br /&gt;Saiu pra não voltar.&lt;br /&gt;Tudo esqueceu: responder&lt;br /&gt;cartas; sorrir&lt;br /&gt;cumplícemente; agradecer&lt;br /&gt;dedicatórias; retribuir&lt;br /&gt;boas-festas; ir ao coquetel e à noite&lt;br /&gt;de autógrafos-com-pastorinhas.&lt;br /&gt;Ficou assim: o cacto de Manuel&lt;br /&gt;é uma suavidade perto dele.&lt;br /&gt;Respeitem a fera. Triste, sem presas, é fera.&lt;br /&gt;Na jaula do mundo passeia a pata aplastante,&lt;br /&gt;cuidado com ela!&lt;br /&gt;Vocês, garotos de colégio, não perguntem ao poeta&lt;br /&gt;quando ele nasceu.&lt;br /&gt;Ele não nasceu.&lt;br /&gt;Não vai nascer mais.&lt;br /&gt;Desistiu de nascer quando viu que o esperavam garotos de colégio de lápis em punho&lt;br /&gt;com professores na retaguarda comandando: Cacem o urso-polar,&lt;br /&gt;tragam-no vivo para fazer uma conferência.&lt;br /&gt;Repórteres de vespertinos, não tentem entrevistá-lo.&lt;br /&gt;Não lhe, não me peçam opinião&lt;br /&gt;que é impublicável qualquer que seja o fato do dia&lt;br /&gt;e contraditória e louca antes de formulada.&lt;br /&gt;Fotógrafos: não adianta&lt;br /&gt;pedir pose junto ao oratório de Cocais&lt;br /&gt;nem folheando o álbum de Portinari&lt;br /&gt;nem tomando banho de chuveiro.&lt;br /&gt;Sou contra Niepce, Daguerre, contra principalmente minha imagem.&lt;br /&gt;Não quero oferecer minha cara como verônica nas revistas.&lt;br /&gt;Quero a paz das estepes&lt;br /&gt;a paz dos descampados&lt;br /&gt;a paz do Pico de Itabira quando havia Pico de Itabira&lt;br /&gt;a paz de cima das Agulhas Negras&lt;br /&gt;a paz de muito abaixo da mina mais funda e esboroada&lt;br /&gt;de Morro Velho&lt;br /&gt;a paz&lt;br /&gt;da&lt;br /&gt;paz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Carlos Drummond de Andrade (31 de outubro de 1902- 17 de agosto de 1987) IN: Poesia Completa. Aguilar, 1992.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PARA LER, CONTRITAMENTE.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-113464260233052240?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/113464260233052240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=113464260233052240' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/113464260233052240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/113464260233052240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/12/drummond.html' title='DRUMMOND'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-113356673808151884</id><published>2005-12-02T21:28:00.000-02:00</published><updated>2005-12-02T21:38:58.096-02:00</updated><title type='text'>UM CERTO FIAT 147</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Como fazia todos os domingos&lt;/strong&gt;, fui jogar minha “&lt;em&gt;pelada&lt;/em&gt;” de basquete. Éramos &lt;strong&gt;um grupo de ex-jogadores de basquete&lt;/strong&gt;, de clubes, alguns com passagem por seleções e até ex-olímpicos. A “&lt;em&gt;pelada&lt;/em&gt;” do Forte Copacabana, do &lt;strong&gt;famoso Combinado Copacabana&lt;/strong&gt;.  Alto nível.&lt;br /&gt;Até hoje, &lt;strong&gt;não mais no Forte Copacabana&lt;/strong&gt;, a turma de veteranos do basquete se reúne, faz suas peladas &lt;strong&gt;e termina em um barzinho&lt;/strong&gt;, mandando uns beliscos, tomando muitos chopps e jogando conversa fora. &lt;strong&gt;Rotina imbatível e maravilhosa&lt;/strong&gt;. Do pessoal fundador do Combinado, poucos ainda vivos, quase nenhum consegue mais participar das peladas. Mesmo assim, os mais velhos que “&lt;em&gt;sobraram&lt;/em&gt;”, &lt;strong&gt;os fundadores, estão sempre por lá&lt;/strong&gt;. Eu, por força do “&lt;em&gt;abandono&lt;/em&gt;” dos meus joelhos, &lt;strong&gt;parei de jogar&lt;/strong&gt;. Agora, só nado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele domingo, &lt;strong&gt;idos de 1982&lt;/strong&gt;, recentemente separado da minha mulher, lá estava eu a fazer os meus pontinhos, brigar pelos rebotes &lt;strong&gt;e me satisfazer pelo puro prazer de jogar&lt;/strong&gt;. Adorava minhas “&lt;em&gt;peladas&lt;/em&gt;”. &lt;strong&gt;Era um dos que chegavam mais cedo&lt;/strong&gt;, para fazer a primeira “&lt;em&gt;pelada&lt;/em&gt;”, fominha que eu era. Acho que já havia jogado umas duas “&lt;em&gt;peladas&lt;/em&gt;”, sol intenso, suando em bicas, &lt;strong&gt;quando de repente&lt;/strong&gt;, irrompe Forte adentro, &lt;strong&gt;minha ex-mulher&lt;/strong&gt;. Todos sabiam da nossa separação, coisa recente, ainda por digerir. &lt;strong&gt;Um certo momento de surpresa&lt;/strong&gt;, tomou conta de todos. &lt;strong&gt;O que estaria fazendo a minha mulher&lt;/strong&gt;, aliás ex-mulher, ali na “pelada”, &lt;strong&gt;plena manhã de domingo&lt;/strong&gt;? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parou a “&lt;em&gt;pelada&lt;/em&gt;”!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ela chegou a mim, &lt;strong&gt;cara de preocupada&lt;/strong&gt;, e veio me pedir ajuda, pois o seu carro, &lt;strong&gt;um Fiat 147&lt;/strong&gt; estava todo arrebentado, “&lt;em&gt;atropelado&lt;/em&gt;” que fora &lt;strong&gt;por um outro automóvel&lt;/strong&gt; que perdeu a direção e se mandou. &lt;strong&gt;Deixando-o quase destroçado&lt;/strong&gt;, plena Avenida Francisco Otaviano, Copacabana, Posto Seis, &lt;strong&gt;naquele domingão ensolarado&lt;/strong&gt;. Mesmo sem saber o porque da escolha dela para esse socorro, pensando cá comigo “&lt;em&gt;porque ela não chamou o seu namorado&lt;/em&gt;”, &lt;strong&gt;lá fui eu&lt;/strong&gt;. O automóvel estava bem avariado, não conseguia ir para a frente e &lt;strong&gt;ficara quase no meio da rua&lt;/strong&gt;. Algum jeito precisava ser dado. Consegui engrenar uma marcha-a-ré, &lt;strong&gt;movimentei o que sobrara do carro &lt;/strong&gt;(?) e deixei-o, digamos, “&lt;em&gt;estacionado&lt;/em&gt;”. Recebi os agradecimentos dela, voltei a minha pelada, ainda a tempo de jogar a “&lt;em&gt;última&lt;/em&gt;” . Quase automaticamente. &lt;strong&gt;A cabeça ficara longe&lt;/strong&gt;. Acho que seguira com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, &lt;strong&gt;a pergunta geral&lt;/strong&gt;, a mesma que passara pela minha cabeça, dos amigos da “&lt;em&gt;pelada&lt;/em&gt;”, &lt;strong&gt;foi porque minha ex-mulher me procurara&lt;/strong&gt; e não a qualquer outra pessoa, talvez algum novo namorado, um amigo?  &lt;strong&gt;Voltei pra casa meio chumbado&lt;/strong&gt;, pelo acidente e pela ajuda que, embora pouco me custasse, veio reacender uma certa dor que eu tinha, pela recente separação. &lt;strong&gt;Nem ao choppinho de encerramento eu fui&lt;/strong&gt;. Não dava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais tarde&lt;/strong&gt;, tempo que passa e ajuda a revelar as coisas, concluí que &lt;strong&gt;uma coisa chamada de confiança, de amizade&lt;/strong&gt;, dessas que só o tempo consolida, deveria ter sido &lt;strong&gt;a responsável&lt;/strong&gt; pela escolha dela naquela situação de emergência que tivera. &lt;strong&gt;Acho que elegi essa teoria&lt;/strong&gt; como uma espécie de &lt;strong&gt;consolação &lt;/strong&gt;para as minhas indagações. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Até hoje&lt;/strong&gt;, não consigo esquecer o quanto me custou aquele “&lt;em&gt;socorro&lt;/em&gt;” naquele distante domingo. &lt;br /&gt;Mas, &lt;strong&gt;nada como o tempo&lt;/strong&gt;, e suas revelações,&lt;strong&gt;para tudo remediar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ACONTECEU EM 1982&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-113356673808151884?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/113356673808151884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=113356673808151884' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/113356673808151884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/113356673808151884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/12/um-certo-fiat-147.html' title='UM CERTO FIAT 147'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-113078658032914260</id><published>2005-10-31T17:13:00.000-02:00</published><updated>2005-10-31T17:23:02.100-02:00</updated><title type='text'>DO LADO DA FEIURA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Um dos bons projetos&lt;/strong&gt; que eu fiz, foi de uma &lt;strong&gt;casinha de vila&lt;/strong&gt;, num lotezinho de 5.00X24.00m. No Maracanã, Rio de Janeiro, &lt;strong&gt;idos de 1975.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Já fiz projetos grandes&lt;/strong&gt;, 12 hoteis,  Escola Americana do Rio de Janeiro, casas de mil metros quadrados, &lt;strong&gt;mas essa casinha&lt;/strong&gt; de vila sempre foi &lt;strong&gt;uma das minhas favoritas&lt;/strong&gt;. Se não a própria! &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um verdadeiro desafio&lt;/strong&gt; para quem, como os proprietários, desejava uma casa de &lt;strong&gt;sala e três quartos&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;E tem mais&lt;/strong&gt;, como pediu a Vera, a cliente, com &lt;strong&gt;entrada de serviço&lt;/strong&gt; separada da social. E não me venham perguntar da garagem, pois o carro deles ficava parado na ruazinha particular da vila, ora pois! Como de todos os outros moradores. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Claro, em dois pavimentos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, nessa belezinha de casa, &lt;strong&gt;um acontecimento encheu as minhas medidas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Precisava executar &lt;strong&gt;uma parede que parecesse de pedra&lt;/strong&gt;, não simplesmente revestida de pedra. Mandei vir &lt;strong&gt;uma partida de pedras de 50x50cm&lt;/strong&gt;, dessas que se usam para fazer pisos externos, junto a gramados, que possuem &lt;strong&gt;uma face aparelhada &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;preparada para ficar a vista&lt;/em&gt;) e outra rústica e, digamos, &lt;strong&gt;mal acabada&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;Contratei um &lt;strong&gt;calceiteiro &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;pra quem não sabe, é o cara que trabalha com pedras&lt;/em&gt;), já um senhor, que veio com um ajudante, um garoto. Acho que era o seu neto. &lt;strong&gt;Nem me lembro mais do nome do senhor&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Mostrei-lhe as pedras e &lt;strong&gt;disse-lhe&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“O senhor vai partir as pedras, sem nenhuma intenção de ficarem iguais, até pelo contrário, e revestir essa parede (a que já havia sido levantada pelo pedreiro) pra ela ficar com cara de parede de pedra, dessas tipo uma sobre a outra.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Sim senhor&lt;/em&gt;”, respondeu-me ele. &lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Tem mais&lt;/em&gt;”, continuei eu, &lt;em&gt;“nada de escolher. Apenas pegue as pedras, sem olhar e assente na parede”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Estou entendendo&lt;/em&gt;”, falou o velhinho, com a cara total de quem sabia daquilo &lt;strong&gt;muito mais do que eu poderia imaginar&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Mas tem mais uma coisa”&lt;/em&gt;,arrematei eu, &lt;em&gt;“o senhor vai colocar essa pedras com o lado sem acabamento para ficar a vista, bem rústica&lt;/em&gt;”. Será que ele teria entendido? &lt;strong&gt;perguntei-me internamente&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Ele olhou-me, com um &lt;strong&gt;meio sorriso altamente indulgente&lt;/strong&gt; e disse-me: &lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Já sei, o senhor quer que eu coloque as pedras do lado da feiura”. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Falou isso sem nenhuma intenção de menosprezo. Ou porque estivesse achando que ficaria ruim. &lt;strong&gt;Apenas simplificava&lt;/strong&gt; tudo aquilo que eu tentava passar a ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nunca esqueci esse velhinho&lt;/strong&gt;, de quem nem me lembro mais o nome. &lt;br /&gt;A parede, &lt;strong&gt;ficou notável&lt;/strong&gt;. Parecia uma parede de pedra, dessas que a gente vê em arrimos ou bases de sustentação de edificações. &lt;strong&gt;Uma maravilha!&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;E a sua definição, &lt;em&gt;“do lado da feiúra&lt;/em&gt;”, uma lição de que nem sempre se precisa utilizar de requintadas descrições &lt;strong&gt;para dizer as coisas certas&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESTÓRIAS OBREIRAS, SIM SENHOR!&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-113078658032914260?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/113078658032914260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=113078658032914260' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/113078658032914260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/113078658032914260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/10/do-lado-da-feiura.html' title='DO LADO DA FEIURA'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-113028219188736430</id><published>2005-10-25T21:15:00.000-02:00</published><updated>2006-08-21T22:12:40.430-03:00</updated><title type='text'>FLAMENGOS QUE NOS DAVAM ORGULHO</title><content type='html'>&lt;img alt="flamengodos40WEB.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/flamengodos40WEB.jpg" width="300" height="191" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Jurandir, Domingos da Guia e Norival&lt;br /&gt;Biguá, Bria e Jaime&lt;br /&gt;Valido, Zizinho, Pirlo, Perácio e Vevé&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por volta de 19quarenta e tal.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Não me lembro do técnico&lt;br /&gt;Cheguei a ver esse time jogar. &lt;b&gt;Dava gosto!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;ps: &lt;b&gt;nessa foto&lt;/b&gt;, várias alterações. Mas, a direita, em pé, dá pra ver a linha média, assim era chamada, &lt;b&gt;Biguá, Bria e Jaime&lt;/b&gt;. Agachados, consigo ver o &lt;b&gt;Zizinho, o Pirilo e o Vevé&lt;/b&gt;. O goleiro, já era o &lt;b&gt;Luiz Borracha&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Garcia, Tomires e Pavão&lt;br /&gt;Jadir, Dequinha e Jordan&lt;br /&gt;Joel, Rubens, Índio, Benitez e Esquerdinha&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1953&lt;/b&gt;. Campeão. 1954 e 1955, com base nesse time, algumas modificações, &lt;b&gt;fomos tri-campeões.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Técnico: Dom Fleitas Solich&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Verdadeira máquina!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;ps: &lt;b&gt;não tenho fotos dessa máquina&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;img alt="equipe1981WEB.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/equipe1981WEB.jpg" width="350" height="222" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; &lt;br /&gt;Andrade, Adílio e Zico; &lt;br /&gt;Tita, Nunes e Lico. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1981, campeões do Mundo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Técnico: Paulo César Carpegiani. &lt;br /&gt;Esse, pra mim não melhor do que o tri-campeão acima, tinha, no entanto, os gênios de &lt;b&gt;Leandro, Junior e, maior de todos, Zico!!!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meio a essas esquadras, tivemos alguns times bons, &lt;b&gt;até campeões&lt;/b&gt;. Mas, iguais a esses, desconheço. Ou aconteceram antes da minha vã compreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Agora&lt;/b&gt;, faz tempo, &lt;b&gt;só uns enganadores&lt;/b&gt;. Ganham muita grana, bem mais do que aqueles, e não jogam nada. Um ou outro, escapa. Mas...&lt;b&gt;quanta porcaria travestida de craque!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="MANTO SAGRADO.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/MANTO SAGRADO.jpg" width="350" height="263" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O MANTO SAGRADO! NÃO É PRA QUALQUER UM NÃO! &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PUTA SAUDADE!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;ps: chora Fernandão, chora!!!&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-113028219188736430?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/113028219188736430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=113028219188736430' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/113028219188736430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/113028219188736430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/10/flamengos-que-nos-davam-orgulho.html' title='FLAMENGOS QUE NOS DAVAM ORGULHO'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-112963364656336395</id><published>2005-10-18T09:06:00.000-02:00</published><updated>2005-10-18T09:07:26.570-02:00</updated><title type='text'>NEGATIVA PEREMPTÓRIA</title><content type='html'>&lt;b&gt;Assim explicava&lt;/b&gt;, aconselhava, um ex-chefe meu, na verdade Diretor da Empresa, para um acontecimento em sua vida matrimonial. Que ele apresentava &lt;b&gt;como exemplo a ser seguido&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Seguinte:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Estava ele, com uma das suas amantes (&lt;i&gt;sim, o cara tinha a facilidade de atrair para si, essas desesperadas que enxergam no tipo meio acafajestado, uma certa aura de fora-da-lei romântico&lt;/i&gt;), sentada no seu carro, plena rua movimentada de &lt;b&gt;Copacabana&lt;/b&gt;, despedindo-se das “&lt;i&gt;fuzarcas&lt;/i&gt;” da véspera, &lt;b&gt;quando avista&lt;/b&gt;, pelo retrovisor do carro, &lt;b&gt;sua mulher vindo&lt;/b&gt;. Uns cento e cinquenta metros atrás, digamos. &lt;b&gt;Sem esboçar qualquer susto&lt;/b&gt;, ou desespero, o cara vira-se para a acompanhante e diz-lhe, simplesmente:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Abre a porta, não olha pra trás e vai embora”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Como?”, &lt;/i&gt;pergunta a “&lt;i&gt;outra&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Sem perguntas, faz o que eu disse”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;A moçoila, mesmo sem entender nada, fez o que o sujeito pediu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pausa &lt;/b&gt;para uma perguntinha, ao leitor.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Você&lt;/b&gt;, numa situação dessas (se é que você é chegado nisso, claro!), &lt;b&gt;o que faria?&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;Engrenaria uma primeira e sairia batido? Será? Enquanto ouvíamos a estória do cara, contada com alto grau de soberba e descaramento machista, ocorreu-nos, quase unanimemente, tal solução (?). &lt;br /&gt;Pois bem, &lt;b&gt;volto ao relato&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;R&lt;/b&gt;., sem mais informações, &lt;b&gt;simplesmente ficou onde estava&lt;/b&gt;, calmamente, esperando a chegada da sua consorte (pois sim, com sorte!). Que chegou &lt;b&gt;espumando, furibunda, indignada&lt;/b&gt;, abrindo a porta, de sopetão, do carro, crivando R. de perguntas e &lt;b&gt;xingamentos&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;Ele, o “&lt;i&gt;artista&lt;/i&gt;” do fingimento e da cara-de-pau, mostrou-se surpreso, desentendido, e &lt;b&gt;perguntou&lt;/b&gt;, candidamente fingido, à esposa:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“O que é isso, meu bem?  Eu vejo você vindo, espero calmamente a sua chegada, para irmos juntos e você despeja esse monte de impropérios?”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Claro, seu desgraçado! Quem é aquela sirigaita que eu vi saindo do seu carro?”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Sirigaita? Saindo do meu carro? Você tem certeza do que está dizendo?” &lt;/i&gt;, responde R. minimizando o assunto e já engrenando a primeira do carro, saindo do local onde estavam.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Eu vi, claramente. Como é que você tem a coragem de negar?”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Você deve estar confundindo, meu bem. Não tinha ninguém no meu carro, eu havia parado pra ver umas anotações e já ia sair quando vi que você estava vindo. Esperei, portanto.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;“Eu vi...”&lt;/b&gt; a já chorosa esposa &lt;b&gt;repetia, e repetia, e repetia&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Você confundiu as coisas. Não havia ninguém no carro” &lt;/i&gt;, mantinha a negativa, o descarado indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Seguiram viagem&lt;/b&gt;, ele deixou a esposa, choramingando e já meio duvidosa, em casa e &lt;b&gt;foi jogar golfe no Itanhangá&lt;/b&gt;. Tudo muito normal, como ele sempre fazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Cara!” &lt;/i&gt;, perguntamos todos, &lt;i&gt;“como você se saiu dessa?”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Negativa peremptória” &lt;/i&gt;, resposta do empedernido sujeito. &lt;i&gt;“Negativa peremptória!!!” &lt;/i&gt;, aconselhava R. convicto e sem o menor pudor. Uma lição, acima de tudo, &lt;b&gt;asseverava ele&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tempo passou&lt;/b&gt;, vez em quando a esposa perguntava, meio que deixando entrever &lt;b&gt;que relevava tal acontecimento&lt;/b&gt;, esbarrando sempre, na &lt;b&gt;calma e repousante &lt;/b&gt; negativa do marido . &lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Meu bem, você precisa consultar um psicólogo pra ver se resolve essa sua insegurança. Isso vai lhe fazer mal&lt;/i&gt;”. E continuava a leitura dos jornais.&lt;br /&gt;Ela, até &lt;b&gt;seguiu o conselho &lt;/b&gt; do marido, nunca se acostumou a idéia de que estava enganada, mas a tese de R., venceu. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Convenceu, sei lá, mas...venceu.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca mais vi R., nem sei da sua trajetória por ai. Dela, tampouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NEGATIVA PEREMPTÓRIA&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-112963364656336395?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/112963364656336395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=112963364656336395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/112963364656336395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/112963364656336395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/10/negativa-peremptria.html' title='NEGATIVA PEREMPTÓRIA'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-112361712383056673</id><published>2005-08-09T16:51:00.000-03:00</published><updated>2005-08-09T16:52:03.840-03:00</updated><title type='text'>UNIVERSITÁRIAS</title><content type='html'>Pode fazer tempo, e faz. &lt;strong&gt;Mas não dá para esquecermos!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempos de Faculdade&lt;/strong&gt;, tempos mais amenos, tempos de sonhos e esperanças, tempos de possíveis desatenções com a vida pra valer. Cabia, sempre cabia, uma boa dose de porra-louquice. Branda que fosse, mas comportava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havíamos passado para a faculdade. &lt;strong&gt;Faculdade Nacional de Arquitetura. Ano de 1956&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alguns eram conhecidos&lt;/strong&gt;, de bancos escolares, de cursinhos vestibulares. Outros, talvez a maioria, &lt;strong&gt;conhecíamos apenas de vista&lt;/strong&gt;, sabe-se lá, talvez até das próprias provas do vestibular.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acho que estávamos na porta da Faculdade&lt;/strong&gt;, algum salão de espera, um lugar qualquer que nos antecipava &lt;strong&gt;a entrada formal para o 1º ano do curso&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entre nós&lt;/strong&gt;, com um jeitão “&lt;em&gt;blasé&lt;/em&gt;”, &lt;strong&gt;meio desligadão&lt;/strong&gt;, desconfiadamente, para muitos, um tanto-ou-quanto “&lt;em&gt;fresco&lt;/em&gt;”, roupas importadas e diferentes, uma camisa de malha, daquelas de trama bem larga, manga “raglan” (será que se escreve assim), &lt;strong&gt;um futuro querido colega&lt;/strong&gt; , hoje o colega mais destacado da turma. Nome nacional, mesmo. &lt;strong&gt;Depois, lá pra diante, eu conto seu nome &lt;/strong&gt;(Ibrahim assim dizia).&lt;br /&gt;Apenas para situar a peça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo que passa&lt;/strong&gt;, o cara havia sido incorporado à turma, mais do que isso, &lt;strong&gt;ao grupo de que eu fazia parte &lt;/strong&gt;(entre mais de 120 alunos, numa turma, formam-se sub-turmas, de montão!), estávamos sempre próximos, e &lt;strong&gt;um dos papos mais costumeiros já era o futebol&lt;/strong&gt;. Mas o cara, com toda uma formação de “high-society”, &lt;strong&gt;de futebol não manjava porra alguma&lt;/strong&gt;. Como iríamos juntos, nosso “&lt;em&gt;grupelho&lt;/em&gt;”, a uma reunião onde, certamente, rolariam muito papos de futebol e, &lt;strong&gt;para não deixa-lo de fora das conversas&lt;/strong&gt;, fizemos uma pequena “&lt;em&gt;preleção&lt;/em&gt;”, dando dicas, mostrando como se encaixar nos assuntos, mesmo sem aprofundamentos. Consideramos a “&lt;strong&gt;instrução&lt;/strong&gt;” absorvida e &lt;strong&gt;nos mandamos para a reunião&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Num dado momento&lt;/strong&gt; dos papos, &lt;strong&gt;a coisa enveredou para o futebol&lt;/strong&gt;. Discute-se daqui, discute-se d´acolá, chegamos perto e a discussão que rolava &lt;strong&gt;era sobre o próximo jogo do Fluminense&lt;/strong&gt;. Que fique bem claro: refinado como era, “&lt;em&gt;ele&lt;/em&gt;” &lt;strong&gt;só poderia ser tricolor&lt;/strong&gt;!&lt;br /&gt;Seria um jogo do &lt;strong&gt;Flu, contra o São Cristóvão&lt;/strong&gt;, no próximo domingo. &lt;strong&gt;No estádio do São Cristóvão. Figueira de Mello&lt;/strong&gt;, para quem desconhece. Returno. O jogo do primeiro turno, havia sido vencido pelo Fluminense, de goleada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O papo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“ Eu quero ver no próximo domingo, se o Flu vai dar de goleada novamente”, disse alguém;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“ Vai ser outra goleada”, assegurou “ele”;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Olha que vai ser diferente, não vai ser fácil não”, rebateu o primeiro;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Animado, afinal conseguia desenvolver um papo, uma discussão sobre tão desconhecido assunto, o futebol, &lt;em&gt;disparou “ele”: “Quer apostar alguma coisa?”;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ainda cuidadoso, afinal sabia da fragilidade “dele”, o contendor tentou explicar: &lt;em&gt;“Olha que vai ser em Figueira de Mello”;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Figueira de Mello, não! Índio da Costa!”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A gargalhada foi geral&lt;/strong&gt;, o Indio (como todos o chamavamos, chamamos, até hoje) deu-se conta da pisada na bola &lt;strong&gt;e o ambiente ficou ainda mais descontraído&lt;/strong&gt;. Rimo-nos até hoje desse episódio, quando nos reunimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para quem não sabe:&lt;/strong&gt; Tanto Figueira de Mello, quanto Índio da Costa, são duas das famílias mais tradicionais da sociedade carioca. O Índio, nosso querido &lt;strong&gt;Luiz Eduardo Índio da Costa&lt;/strong&gt;, pensava que o seu “&lt;em&gt;oponente&lt;/em&gt;” estava se dirigindo a ele, como se Figueira de Mello fosse.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma coisa é certa&lt;/strong&gt;. Nem sei bem se o Índio, atualmente, saca alguma coisa de futebol. &lt;strong&gt;Mas, da Arquitetura, da melhor Arquitetura, bate um bolão!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TEMPO BÃO!!!&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-112361712383056673?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/112361712383056673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=112361712383056673' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/112361712383056673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/112361712383056673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/08/universitrias.html' title='UNIVERSITÁRIAS'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-112186129789074482</id><published>2005-07-20T09:05:00.000-03:00</published><updated>2006-08-21T22:34:43.066-03:00</updated><title type='text'>UM HOMEM, UM SAPATO, UM ESPANTO!</title><content type='html'>Acho que foi no ano de 1960. &lt;b&gt;1961, melhor dizendo.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Ano bom, &lt;b&gt;havia me formado em Arquitetura&lt;/b&gt;, o mundo me oferecia espaço para meus vôos mais ambiciosos. Imagem essa, &lt;b&gt;vi com o tempo&lt;/b&gt;, um tanto otimista e pretensiosa. Mas, a vida me estava sendo oferecida, &lt;b&gt;seja lá o que aquilo pudesse significar&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Meu namoro com a Verinha&lt;/b&gt;, apenas começava. Já tinha feito uma viagem Rio/Posse, um Distrito de Petrópolis (mais de 120 quilometros) , numa Vespa, onde apanhei &lt;b&gt;uma das maiores chuvas da minha vida&lt;/b&gt; em duas rodas. Sempre com a intenção de impressionar a namorada. Que ainda não estava tão certa de que eu seria o seu eleito. &lt;b&gt;Outras paradas&lt;/b&gt;, tipo ônibus enguiçado e resto da viagem na boléia do caminhão, frio brabo, cheio de cana pra agüentar o frio, também topei. Muitas outras! A namorada merecia. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;O amor é lindo&lt;/b&gt;, ainda não se falava assim, mas era por aí!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="MocassimWEB.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/MocassimWEB.jpg" width="150" height="133" border="0" align="left" hspace="8"vspace="8"&gt;Mas, &lt;b&gt;num daqueles dias de rara contra-inspiração&lt;/b&gt;, resolvi comprar um sapato novo, &lt;b&gt;um mocassim&lt;/b&gt;, que eu vira e me impressionara. Bonito, muito bonito, pensei eu. Ela vai gostar, quando me vir chegar ao sítio (lá na Posse), cheio de pose e circunstância calçado naquele pisante diferentão. Alguma coisa me apontava nesse sentido. Aquele sapato &lt;b&gt;não parecia uma coisa comum&lt;/b&gt;. Não! Não era.&lt;br /&gt;Chamei o vendedor, &lt;b&gt;mostrei o sapato&lt;/b&gt;, ele trouxe, eu experimentei. Eu já sabia que era daltônico, todos sabiam. Mas, não dei ares de derrotado para o vendedor, não abri o jogo. Apenas pedi sua confirmação, quando, meio que perguntei, meio que afirmei:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Bonito, esse sapato marronzinho claro!”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Deu pra ver a satisfação do vendedor ao confirmar, &lt;i&gt;“é mesmo, muito bonito!&lt;/i&gt;”. Confirmei a compra, ele embrulhou o sapato, compra realizada. Ficou feliz o vendedor, pareceu-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dia seguinte&lt;/b&gt;, peguei o ônibus pra Posse, malinha na mão, &lt;b&gt;sapato nos pés&lt;/b&gt;, feliz e garboso. Afinal, pra um daltônico comprar um sapato marronzinho claro, &lt;b&gt;baseado em sua própria escolha &lt;/b&gt; e visibilidade, já era &lt;b&gt;uma  vitória&lt;/b&gt;. Lá fui eu! A viagem levava umas duas horas e meia, tinha uma parada no meio, na altura de Itaipava, &lt;b&gt;e eu louco pra chegar&lt;/b&gt;. Já nem sabia mais se era pela Verinha ou se era para mostrar meu maravilhoso mocassim. &lt;b&gt;As duas coisas, digamos!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Cair da tarde, chego ao sítio, &lt;b&gt;a Granja Cruzeiro&lt;/b&gt;, famosa na localidade pela sua própria beleza e pelas festas e pessoas que lá apareciam. Desço do ônibus, subo a rampa, &lt;b&gt;chego ao salão onde todos estavam&lt;/b&gt;, cumprimento as pessoas, &lt;b&gt;procuro a Verinha&lt;/b&gt;, e noto alguma coisa diferente. Todos os presentes olhavam-me, admirados e curiosos. Olhavam pra mim e para os meus pés, &lt;b&gt;melhor dizendo, meus sapatos&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;Todo prosa, falei: &lt;i&gt;“Comprei esse mocassim marronzinho, claro”&lt;/i&gt;. Aí, já meio desconfiado de que algo estava errado. Pois, &lt;b&gt;pra que tanta observação?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;“&lt;i&gt;Marronzinho&lt;/i&gt;???!!!” Foi a exclamação geral, seguida de risos e gozações. &lt;br /&gt;Verinha, &lt;i&gt;ah! o que os corações apaixonados não fazem&lt;/i&gt;, veio em meu socorro, levou-me para o lado, ligeiramente fora dos focos gozadores da galera e &lt;b&gt;me disse&lt;/b&gt;: &lt;br /&gt;&lt;i&gt;“ Marronzinho, Fernando? Esse seu sapato é vermelhão escandaloso”&lt;/i&gt; Claro, só me restou unir-me aos risos gerais e aceitar as gozações e sacanagens gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naqu&lt;b&gt;ela mesma noite&lt;/b&gt;, enquanto todos se divertiam, &lt;b&gt;eu pintava o sapato vermelho&lt;/b&gt; com uma dessa tintas pretas tipo Nugget ou similar. E me &lt;b&gt;recordava da cara do vendedor&lt;/b&gt;, feliz em poder desencalhar aquela estranha peça que teimava em permanecer no mostruário. &lt;b&gt;Dia ganho, pra ele!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;QUE SAPATO!&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-112186129789074482?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/112186129789074482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=112186129789074482' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/112186129789074482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/112186129789074482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/07/um-homem-um-sapato-um-espanto.html' title='UM HOMEM, UM SAPATO, UM ESPANTO!'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-112065313142282020</id><published>2005-07-06T09:30:00.000-03:00</published><updated>2005-07-07T17:48:49.636-03:00</updated><title type='text'>ESTÓRIETAS UNIVERSITÁRIAS 1</title><content type='html'>&lt;strong&gt;PRÉDIO 6...OU SERIA 5?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Durante minha vida de Professor Universitário&lt;/strong&gt;, coisa que fiz com muita paixão e, imodestamente que seja, com muita competência, &lt;strong&gt; muitas coisas interessantes aconteceram&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Algumas até importantes, outras sem significação maior, mas assunto para boas estórias, não faltou. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hoje&lt;/strong&gt;, então, vou falar de &lt;strong&gt; uma ocorrência sexo-estudantil&lt;/strong&gt;, que prestigia a combalida categoria dos Arquitetos. Entre parênteses: &lt;strong&gt;todo mundo conhece aquela piadinha&lt;/strong&gt;, certamente gerada pela cabeça de algum engenheiro enciumado, que diz que &lt;em&gt;“o Arquiteto é aquele cara que não é macho suficiente para ser Engenheiro, e nem fresco o necessário para ser Decorador”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Certamente a cabecinha de quem engendrou tal dito, deve ser de um enrustido qualquer que não teve a “hombridade” de assumir sua opção sexual!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5242/82/1600/Santa-Ursula1WEB1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5242/82/200/Santa-Ursula1WEB1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;PRÉDIO PRINCIPAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Nem sei bem em que ano, a Universidade Santa Úrsula, em sua fase de expansão, precisou construir mais um prédio, capaz de abrigar a solicitação, cada vez maior, de jovens que pretendiam estudar por lá. &lt;br /&gt;Surgiu, então, o famoso Prédio 6 (ou seria 5?), construído mais lá para os fundos, um projeto de arquitetura (minúscula, mesmo, pois o prédio era um horror em matéria de Arquitetura). Nunca se soube ao certo quem perpetrou tal mediocridade arquitetônica, numa Universidade que tinha em seu bojo vários e bons Arquitetos. Mas, deixa isso pra lá. Passou!&lt;br /&gt;Volto ao causo! &lt;br /&gt;Durante a construção do elefante branco, acompanhávamos de longe sua execução, as vezes chegávamos mais perto, mas havia uma certa intolerância por eventuais visitas. Principalmente de alunos.&lt;br /&gt;Mas, todo mundo sabe como são os jovens. Irrequietos, buliçosos, desrespeitadores, até mesmo. A curiosidade em saber o que acontecia lá no Prédio 6 (ou seria 5?) era grande. E as incursões proibidas aconteciam. Todos sabiam. Mas, elas aconteciam!&lt;br /&gt;Até que um belo dia a notícia correu todos os corredores, salas de aula, cantos, praças, rampas, oscambáu, da USU:&lt;br /&gt;Pegaram dois alunos trepando (fornicando, fazendo sexo, fazendo amor, fudendo, podem escolher), numa sala do Prédio 6 (ou seria 5?). No meio de materiais de construção, operários passando, sexo quase selvagem, sem medidas ou cuidados maiores. Aquele sexo transgressor, dos bons!&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5242/82/1600/Santa%20Ursula21.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5242/82/200/Santa%20Ursula21.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;PRÉDIO 6&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procura daqui, pesquisa de lá, de onde são os alunos, que curso eles fazem, até que veio a descoberta, pelo anúncio feito pelo correio-corredores, pelo boca-a-boca dos alunos, pelo disse-me-disse dos funcionários e professores: &lt;br /&gt;ERAM ALUNOS DA ARQUITETURA! (esclareça-se: um rapaz e uma moça, claro!)&lt;br /&gt;Estava salva a honra macho-pra-valer, dos nossos alunos! Mais uma vez a Engenharia curvava-se ante a Arquitetura!&lt;br /&gt;Durante muito tempo a brincadeira nossa, Professores do CAA (Centro de Arquitetura e Artes, esse o nome oficial da Faculdade de Arquitetura), quando encontrávamos nossos colegas Engenheiros era perguntar se eles ainda tinham dúvidas quanto à macheza arquitetônica!&lt;br /&gt;O nome dos dois, nunca ninguém soube. Se aquilo deu em namoro, noivado, casamento, ajuntamento, até gravidez, passou ao largo. Mas que treparam, treparam”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ETA PREDINHO FEIO DA MOLÉSTIA!&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-112065313142282020?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/112065313142282020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=112065313142282020' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/112065313142282020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/112065313142282020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/07/estrietas-universitrias-1_06.html' title='ESTÓRIETAS UNIVERSITÁRIAS 1'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-112013912568718761</id><published>2005-06-30T10:34:00.000-03:00</published><updated>2005-06-30T10:45:25.706-03:00</updated><title type='text'>TUDO NA TENENTE POSSOLO *</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Nome da rua onde morei&lt;/strong&gt; numa época muito marcante da minha vida.&lt;br /&gt;Mais ou menos &lt;strong&gt;de 1942 e 1950&lt;/strong&gt;, idade entre 8 a 15 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhei, &lt;strong&gt;ouvi falar da 2ª Grande Guerra Mundial&lt;/strong&gt;, escutei pelo radinho o desembarque aliado na Normandia. &lt;strong&gt;Vi estarrecido a população&lt;/strong&gt;, no meio dela minha tia, &lt;strong&gt;invadir, depredar e ususupar&lt;/strong&gt;, tudo que havia na Bremensis, firma alemã em frente ao prédio em que morávamos, quando o Brasil declarou guerra ao Eixo.( alemães, japoneses e seus aliados). &lt;strong&gt;Racionamento, coletas de valores &lt;/strong&gt; para ajudar na campanha da guerra, &lt;strong&gt;tudo misturado na cabeça de um menino &lt;/strong&gt; que tentava entender o que era aquilo, na verdade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo na Tenente Possolo!&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ruazinha pequena&lt;/strong&gt;, a Tenente Possolo, era mais conhecida pela &lt;strong&gt;Sinagoga&lt;/strong&gt;, a maior da época, onde rolavam, quase sempre, grandes festas da comunidade judia, casamentos em geral, fartamente “&lt;em&gt;penetrados&lt;/em&gt;” pelo meu irmão, louro e de olhos azuis. Até hoje tenho em meus ouvidos a música mais tocada nas festividades, alegre e barulhenta. &lt;strong&gt;Meu prédio&lt;/strong&gt;, o Edifício Graças a Deus (sério, o nome era esse mesmo!) &lt;strong&gt;era vizinho da Sinagoga&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo na Tenente Possolo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grandes “batalhas” campais&lt;/strong&gt;, entre as turmas da Riachuelo e da Mém de Sá, ou General Caldwell, ruas grandes e de turmas briguentas, que faziam da nossa ruelita uma espécie de território neutro para suas desavenças. E tome pedra voando. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo na Tenente Possolo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E os campeonatos de botão?! &lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Meu time era o América&lt;/strong&gt;, o Tico-Tico no Fubá, como era apelidado. &lt;em&gt;Vicente, Osni e Grita. Ely, Danilo e Amaro. China, Maneco, César, Lima e Esquerdinha&lt;/em&gt;. Até hoje me lembro do meu time. Um dos melhores “campos” dos nossos campeonatos era o chão do meu quarto. Nunca fui campeão. &lt;strong&gt;Meu irmão&lt;/strong&gt;, Marco Antonio, o menor de todos os participantes, &lt;strong&gt;era o Bonsucesso&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo na Tenente Possolo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E a Ula! Ursula Levandowiski.&lt;/strong&gt; Polonesa, chegara a nossa rua fugindo da fúria nazista. Virou amiga nossa, ela e seus pais. Amicíssima da minha irmã, &lt;strong&gt;Elsa Maria&lt;/strong&gt;, confidentes e companheiras. Anos mais tarde &lt;strong&gt;foi para os Estados Unidos&lt;/strong&gt;, durante algum tempo mandou notícias, depois casou, teve filhos...&lt;strong&gt;nunca mais soubemos dela&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo na Tenente Possolo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E os balões, dessa época de São João!&lt;/strong&gt; Eu fazia balões, caseiros, claro. Mas de todos os modelos. Charuto, Quadrado, Pião, Estrela...Pequenos, mas competentes. Geralmente, subiam legal. &lt;strong&gt;Nada tão perigoso&lt;/strong&gt;. Diferentemente de hoje, nessa época, São João, São Pedro, a noite o céu ficava coalhado de balões. Tascar balões, brigas por causa deles, corre-corre..&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo na Tenente Possolo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Partido Comunista na Ilegalidade!&lt;/strong&gt; Lembro-me bem, &lt;strong&gt;minha mãe&lt;/strong&gt;, comunista de carteirinha, partido de novo perseguido, &lt;strong&gt;a gente escondendo os jornais&lt;/strong&gt; (Tribuna Operária, seria?), minha mãe guardando em local seguro até os livros do Jorge Amado. &lt;strong&gt;Carteirinha&lt;/strong&gt;? Rasgada e incinerada. Minha mãe era do tipo &lt;strong&gt;comunista teórica idealista&lt;/strong&gt;, sabia tudo de Marx, adorava o Cavaleiro da Esperança, Luiz Carlos Prestes, mas era medrosa, também. Ainda bem! Reunião noturna, quase nem soube, foi lá em casa, escondidissimo, o Agildo Barata.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo na Tenente Possolo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nossa turma da rua,&lt;/strong&gt; os irmãos Arlindo e Dino, Carlinhos, Wilmar e Edmar, outros dois irmãos, literalmente filhos da puta ( a mãe era do ramo), Joubert, também  filho de puta, Zé meu amigo (assim mesmo, nome e sobrenome, meu maior amigo da época) , soube depois bandido e presidiário, suas irmãs, também dedicadas à mais antiga das profissões, Danton, o Fluminense do botão, sempre arrumado, também soube mais tarde, aviadou. E o Leão, anos e anos mais tarde soube, irmão do Silvio Santos, o Léo Santos, acho que já morreu .&lt;br /&gt;E o próprio, o Senor Abravanel ( atualmente, também conhecido como Silvio Santos), mais velho que a gente, nosso ídolo distante, maior camelô do Rio de Janeiro. &lt;strong&gt;Que turma!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo na Tenente Possolo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nossos times de futebol,&lt;/strong&gt; peladas de bola de meia na rua, meio a passantes e automóveis. A DGI (sigla do Departamento Geral de Investigações), assim pintado nas camionetes da polícia e que, quando apareciam, nos faziam correr pra casa. &lt;strong&gt;Naquele tempo a gente respeitava a polícia&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo na Tenente Possolo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O atropelamento de um amigo da turma&lt;/strong&gt;, nem me lembro do nome, por um caminhão. Passamos alguns dias sem sair de casa. O cara morrera, pensávamos. &lt;strong&gt;Meu primeiro contato com a morte!&lt;/strong&gt; Engano, pois alguns dias depois, o cara voltou, são e salvo, ainda contando vantagens e peripécias da ocorrência. &lt;strong&gt;Virou ídolo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo na Tenente Possolo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as primeiras “informações” (deformações?) &lt;strong&gt;das coisas do sexo?&lt;/strong&gt; A surpresa, quase indignação, quando fui “cientificado”, pelos mais velhos, &lt;strong&gt;de que meu pai fazia sexo com minha mãe?&lt;/strong&gt; Custei a acreditar! &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Galinha ao molho pardo&lt;/strong&gt;, com a galinha sendo “&lt;em&gt;sacrificada&lt;/em&gt;” em casa mesmo, pela cozinheira, depelada em água fervente, sangue colhido para o delicioso molho! Assiti várias vezes, meio querendo, meio não querendo, ver aquele ritual.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo na Tenente Possolo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo passou&lt;/strong&gt;, fui crescendo, &lt;strong&gt;nos anos 50 começamos nossa “viagem” em direção à Zona Sul&lt;/strong&gt;, indo morar em Botafogo, numa enorme casa, então do Governador de Pernambuco, Barbosa Lima Sobrinho. &lt;strong&gt;Evolução, Progresso&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas, da Tenente Possolo, eu nunca esqueci!&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TUDO NA TENENTE POSSOLO!!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* Primeiro &lt;strong&gt;Tenente &lt;/strong&gt;Eugenio da Silva &lt;strong&gt;Possolo &lt;/strong&gt;- Da Aviação Naval, na Escola de Aviação de Easthon, na Inglaterra, em 5 de Setembro, num avião Sopreith Acaeb, monoplast, realizando um vôo de grupo em volta do mundo e que naquele dia chegaram ao Rio de Janeiro. &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-112013912568718761?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/112013912568718761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=112013912568718761' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/112013912568718761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/112013912568718761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/06/tudo-na-tenente-possolo.html' title='TUDO NA TENENTE POSSOLO *'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-111970911470088934</id><published>2005-06-25T11:17:00.000-03:00</published><updated>2006-08-21T22:14:31.183-03:00</updated><title type='text'>VERINHA, 6 DÉCADAS</title><content type='html'>&lt;b&gt;Verinha, Vera Lucia Évora Cals, nascida Vera Lúcia Évora de Oliveira.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Conheço essa mulher, bem antes dela ser uma mulher.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano de 1956&lt;/b&gt;, primeiro ano da Faculdade Nacional de Arquitetura, éramos colegas de turma, eu e um primo dela, Paulo Évora, o Paulinho. Aliás, eu e o Paulo fomos colegas de Anglo Americano desde o segundo ano primário.&lt;br /&gt;A família do Paulo tinha um sitio maravilhoso na Posse, distrito de Petrópolis, onde íamos curtir belos finais de semana e férias. &lt;b&gt;Ela, a Verinha, então com 11 aninhos&lt;/b&gt;, era uma das primas do Paulo que iam sempre lá, passavam férias, etc. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Calma!!!&lt;/b&gt; Aos onze anos da Verinha, eu, nessa altura com 22 anos, nem olhava pra´quela garotinha magricela, prima do Paulinho. &lt;b&gt;Ai, a conheci,&lt;/b&gt; sem saber, nem dar atenção, &lt;b&gt;àquela que seria a mulher da minha vida.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="VerinhanaJanelaWeb.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/VerinhanaJanelaWeb.jpg" width="300" height="355" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Verinha, aqui já quando namorávamos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tempo que passa&lt;/b&gt;, formo-me, &lt;b&gt;Verinha cresceu&lt;/b&gt;, ficou (ainda é) bonita, olhares voltados pra ela, o meu inclusive. &lt;b&gt;Tento namora-la&lt;/b&gt;, ela não queria. Muito velho, argumentava ela. Mas, &lt;b&gt;tanto insisti &lt;/b&gt; que ela acabou aceitando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Namorados60Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/Namorados60Web.jpg" width="300" height="240" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Verinha e Eu. Namorados&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Namoramos, casamos, cedo ela teve nossos dois filhos, Andréa e Bruno&lt;/b&gt;, casados ficamos por dezenove anos, quando nos separamos. Passamos uns dez anos separados.&lt;br /&gt;Casei de novo e tive mais duas filhas, Maria Fernanda e Marcella. Verinha, também teve suas uniões, filhos não. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="VerinhaAtualWeb.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/VerinhaAtualWeb.jpg" width="400" height="300" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Verinha, dias atuais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tempo passou&lt;/b&gt; (como o tempo passa!!!), separamo-nos das novas ligações, ficamos livres e &lt;b&gt;voltamos a nos casar&lt;/b&gt;. Até hoje não temos certeza se agimos certo. Rsrsrsrsrs.&lt;br /&gt;Já são &lt;b&gt;mais de dez anos nesse segundo casamento&lt;/b&gt;, que, espero eu e torço que ela pense assim também, &lt;b&gt;seja eterno&lt;/b&gt;. Pelo menos, fala poetinha, enquanto dure!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Namorados2005Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/Namorados2005Web.jpg" width="300" height="225" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Verinha e Eu. Dias de hoje.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Hoje, 20 de junho, Verinha completa 60 anos&lt;/b&gt;. Maravilhosa, cheia de saúde e energia, e, felizmente, ao meu lado.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Parabéns a essa (&lt;i&gt;minha&lt;/i&gt;) mulher&lt;/b&gt; que faz da integridade e da honestidade de princípios, além de outros inúmeros atributos que não ouso enumerar, a razão de sua vida. E muito obrigado por continuar a me “suportar” como seu companheiro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PARABÉNS, VERINHA!!! &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-111970911470088934?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/111970911470088934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=111970911470088934' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/111970911470088934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/111970911470088934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/06/verinha-6-dcadas.html' title='VERINHA, 6 DÉCADAS'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-111295955252324869</id><published>2005-04-08T08:24:00.000-03:00</published><updated>2006-08-21T22:35:37.926-03:00</updated><title type='text'>BOI TIRADA</title><content type='html'>&lt;b&gt;Estudei em um colégio maravilhoso. Colégio Anglo Americano, no Rio de Janeiro.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="angloamericano-1.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/angloamericano-1.jpg" width="95" height="80" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Nós alunos do Anglo Americano&lt;br /&gt;Com orgulho podemos proclamar&lt;br /&gt;É sorrindo, é cantando,&lt;br /&gt;que vivemos aqui a estudar"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;E por aí seguia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lá em casa funcionava assim&lt;/b&gt;: meu &lt;b&gt;pai &lt;/b&gt;entrava com a grana pras coisas fundamentais, &lt;b&gt;casa, comida, etc&lt;/b&gt; e a &lt;b&gt;minha mãe&lt;/b&gt;, que trabalhava na Helene Rubinstein, encarregava-se do pagamento dos &lt;b&gt;colégios da gente&lt;/b&gt;. Eu , minha irmã Elsa Maria e o irmão caçula Marco Antonio. &lt;b&gt;Sempre estudamos em ótimos colégios&lt;/b&gt;, graças aos esforços da nossa mãe que disso fazia questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando entramos pro Anglo Americano, ainda bem crianças, ele se chamava &lt;b&gt;British American School&lt;/b&gt;, horário tipo americano (&lt;i&gt;entravamos as nove da manhã  e saiamos as cinco da tarde&lt;/i&gt;). Íamos e voltavam no ônibus do colégio. Seu Manuel, o motorista. O colégio, essa seção, &lt;b&gt;meio primeiras letras&lt;/b&gt;, ficava em Copacabana, &lt;b&gt;avenida Atlântica&lt;/b&gt;. Dos velhos tempos, claro. &lt;b&gt;Nosso recreio era na areia da praia&lt;/b&gt;. Limpa e branca, como há muito não é mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ano depois essa seção do colégio foi desativada e &lt;b&gt;fomos para a Praia de Botafogo. 1942&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;O colégio passava por uma “&lt;i&gt;nacionalização&lt;/i&gt;” e mudava o nome para &lt;b&gt;Colégio Anglo Americano&lt;/b&gt;, nome que ostenta até hoje. 2º ano primário, então. &lt;b&gt;Ali cursei toda a minha vida escolar, de 1942 até 1954!&lt;/b&gt; Muita gostosa saudade.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cinema, ginásio coberto, piscina semi-olimpica (25 metros), amplo recreio&lt;/b&gt;, ali cresci e estudei, amando aquele colégio.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio desse imenso recreio, &lt;b&gt;havia uma caixa de areia&lt;/b&gt;, dessas que eram usadas para salto em distância e altura e que nós, nessa altura dos anos, lá para o &lt;b&gt;início dos anos 50,&lt;/b&gt; havíamos transformado em um dos &lt;b&gt;nossos patrimônios&lt;/b&gt;, verdadeiro latifúndio, &lt;b&gt;para o Boi Tirada&lt;/b&gt;. Nossa preferida brincadeira, &lt;b&gt;estúpida e enlouquecida brincadeira&lt;/b&gt;, dos recreios juvenis. Claro, ai só participavam &lt;b&gt;os maiores&lt;/b&gt;, os caras que já estavam no científico, &lt;b&gt;com mais de 15/16 anos&lt;/b&gt;. E a porrada comia! &lt;b&gt;Solta e sadia, mas comia!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="angloamericano-2.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/angloamericano-2.jpg" width="300" height="169" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Uma caixa de areia era mais ou menos assim.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, &lt;b&gt;era assim o jogo&lt;/b&gt;: dois grupos, &lt;b&gt;na verdade dois band&lt;/b&gt;os. Tipo polícia e ladrão, &lt;b&gt;um grupo tentava prender o outro&lt;/b&gt;. Sorteados os grupos, quem iria prender saia a cata dos adversários, nessa altura dos acontecimentos &lt;b&gt;escondidos pelos cantos e recantos do recreio&lt;/b&gt;. Presos, éramos colocados na tal caixa de areia. &lt;b&gt;Os que ainda estavam soltos&lt;/b&gt;, então, deveriam tentar soltar os prisioneiros, invadindo a caixa de areia, a “&lt;i&gt;prisão&lt;/i&gt;”, entrando nela, sempre correndo e se atirando lá dentro, contra a  barreira dos defensores, &lt;b&gt;gritando ao cair na areia em saltos alucinados, as palavras salvadoras, “BOI TIRADA”.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Consumada essa tentativa, &lt;b&gt;fugiam os que estavam presos &lt;/b&gt;e tornavam a tentar prender os que escapavam, os carcereiros. E tudo recomeçava, &lt;b&gt;até o término do recreio&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escusado dizer que &lt;b&gt;quase sempre aconteciam acidentes&lt;/b&gt;, arranhões, torções de tornozelos e/ou &lt;b&gt;alguns narizes quebrados ou a sangrar&lt;/b&gt;. Porrada para conseguir o intento, nunca faltou. Essas, as necessárias  porradas , no entanto, nunca nos levaram às vias de fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Boi Tirada? Nunca soube o porque desse nome!!!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MUITA SAUDADE DO BOI TIRADA!!!&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-111295955252324869?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/111295955252324869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=111295955252324869' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/111295955252324869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/111295955252324869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/04/boi-tirada.html' title='BOI TIRADA'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-110912239315278790</id><published>2005-02-22T22:32:00.000-03:00</published><updated>2006-08-21T22:37:40.693-03:00</updated><title type='text'>RECORDAR É VIVER!</title><content type='html'>&lt;img alt="MaedaNinaWeb.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/MaedaNinaWeb.jpg" width="400" height="300" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Andréa&lt;/b&gt;, minha filha #1, a &lt;b&gt;Muié do Mei do Mato&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MUITA ALEGRIA!!!&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-110912239315278790?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/110912239315278790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=110912239315278790' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110912239315278790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110912239315278790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/02/recordar-viver.html' title='RECORDAR É VIVER!'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-110895074883435033</id><published>2005-02-20T22:50:00.000-03:00</published><updated>2007-01-27T22:42:09.766-02:00</updated><title type='text'>CRIANDO O SEU BLOG</title><content type='html'>&lt;b&gt;Sem querer me meter&lt;/b&gt; a dizer como se monta um blog, &lt;b&gt;vira-e-mexe &lt;/b&gt;dou as minhas tacadas e &lt;b&gt;entro nos sites&lt;/b&gt; que disponibilizam tal facilidade, &lt;b&gt;examino &lt;/b&gt;e, até mesmo, &lt;b&gt;experimento e monto &lt;/b&gt;os blogs. Alguns. Vários, mesmo!&lt;br /&gt;Depois, abandono ou deixo simplesmente encostado, deleto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu primeiro &lt;a class="link" href="http://cadaserra.blogspot.com" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Observador&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, 2002, tempo da Copa do Mundo, foi no Blogspot. Apanhei muito, não sabia nada (&lt;i&gt;ainda não sei&lt;/i&gt;), mas foi o indutor dessa &lt;b&gt;minha sanha blogueira&lt;/b&gt;. Algum tempo &lt;b&gt;depois&lt;/b&gt;, como não conseguia colocar imagens, &lt;b&gt;migrei pro Blogger. globo.&lt;/b&gt; Com a mesma cara, mas &lt;b&gt;com imagens&lt;/b&gt;. O Observador inicial, ainda está no espaço blogal, mas a cara é outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A seguir&lt;/b&gt;, após o BoN do fim do ano 2003, &lt;a class="link" href="http://www.cadaserra.blogger.com.br" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;mudei de cara&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, mas mantive-me na blogger.globo, numa montagem feita pela &lt;a class="link" href="http://cristiane.alittlepiece.com" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Cristiane&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, do Feira Livre, autora material da “&lt;i&gt;nova fachada&lt;/i&gt;” do Observador. Ela, a Cristiane, &lt;b&gt;uma cracaça da matéria&lt;/b&gt;. Sempre que posso, indico-a para quem quiser montar seu blog. &lt;b&gt;Sabe tudo! &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, tenho o &lt;b&gt;meu blog principal&lt;/b&gt;, esse de fé, o &lt;a class="link" href="http://observador.blogbrasil.com" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Observador&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, super bem assistido e gerenciado, pelo &lt;a class="link" href="http://www.blogbrasil.com" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;BlogBrasil&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, magnífico trabalho do &lt;b&gt;Fábio”meu guru” Sampaio&lt;/b&gt;, outro &lt;b&gt;cracaço &lt;/b&gt;da matéria.&lt;br /&gt;A bem da verdade, todo o trabalho do Fábio, foi precedido da montagem inicial do Observador, ainda no Blogger.globo, pela Cristiane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo, aquele &lt;b&gt;Observador.blogger&lt;/b&gt;, ainda mantenho, semi-atualizado, quase que &lt;b&gt;num preito de saudade e respeito&lt;/b&gt;. Afinal, com ele, tive um destaque do &lt;b&gt;BoN &lt;/b&gt;(Blog of Notes) que me rendeu mais de &lt;b&gt;17 mil visitas e 700 comentários&lt;/b&gt;. Merece respeito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Depois&lt;/b&gt;, pra montar outros dois blogs que “&lt;i&gt;toco&lt;/i&gt;", o &lt;a class="link" href="http://baudobservador.blogspot.com" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Baú do Observador&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a class="link" href="http://arquitetocomum.blogspot.com" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Um Arquiteto Comum&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; , utilizei os bons (ótimos), serviços do &lt;b&gt;Blogspot&lt;/b&gt;, que considero, postos a nossa disposição tupiniquim, o &lt;b&gt;melhor&lt;/b&gt;. Fácil, &lt;b&gt;bons templates padrão&lt;/b&gt;, com alguma pequena dificuldade pra colocar imagens e um sistema de comentários meio metido a besta (mas que dá pra ser substituído). &lt;b&gt;Sou fã inconteste do Blogspot&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, &lt;b&gt;existem muitos outros&lt;/b&gt;, disponíveis, tais como, Uol, BigBlogger, Weblogger (Terra), TheBlog, Blig (Ig), etc. &lt;b&gt;Só não monta seu blog quem não quer&lt;/b&gt;. E, tudo nacional e de “&lt;i&gt;grátis&lt;/i&gt;”. Pago, e dizem também muito bom, o Pixelzine. E o Blog-se, acho que só pra jornalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E os gringos&lt;/b&gt;, os de fora? Já experimentei vários.&lt;br /&gt;-&lt;b&gt;Mblog&lt;/b&gt;: começou bem e depois enveredou por caminhos sórdidos, causando, por exemplo, a Nora Borges (Cicatrizes da Mirada) tremendos dissabores.&lt;b&gt;To Fora!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;-&lt;b&gt;Blogdrive&lt;/b&gt;: meio limitado, pra quem não quer gastar dinheiro pagando. &lt;b&gt;To fora!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;-&lt;b&gt;&lt;a class="link" href="http:/blogs.sapo.pt" target="_blank"&gt;Sapo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: Português, bom e bastante utilizado, já tive lá o meu Bau, mas acho-o um tanto ou quanto lento. &lt;b&gt;Tipo, pra mim, nem fede nem cheira&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;-&lt;b&gt;&lt;a class="link" href="http://www.xanga.com" target="_blank"&gt;Xanga&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: nome estranho, né? Mas até que é legal. Disponibiliza um padrão simples, de graça, e oferece mais ferramentas e melhor visual, pra quem pagar. &lt;b&gt;Marromeno&lt;/b&gt;!&lt;br /&gt;-&lt;b&gt;&lt;a class="link" href="http://www.squarespace.com" target="_blank"&gt;Squarespace&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: um mês free, pra experimentar. Depois, só pagando. Pena! Pois é interessante e elegante. &lt;b&gt;Sei não!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Destacaria&lt;/b&gt;, então, por ser o que mais me satisfez, o &lt;b&gt;&lt;a class="link" href="http://www.blogspirit.com" target="_blank"&gt;Blogspirit&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: de graça, templates simples e facilmente modificáveis (até um certo ponto, pra quem não é expert no assunto), gostei muito. Até montei, e estou mantendo experimentalmente, um outro blog, &lt;a class="link" href="http://espacoaberto.blogspirit.com" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Espaço Aberto&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Francês, na origem, o Blogspirit pode ser uma alternativa para blogueiros iniciantes. &lt;b&gt;Recomêindo&lt;/b&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PALAVRA DE NÃO ESPECIALISTA!&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-110895074883435033?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/110895074883435033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=110895074883435033' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110895074883435033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110895074883435033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/02/criando-o-seu-blog.html' title='CRIANDO O SEU BLOG'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-110790418091188535</id><published>2005-02-08T21:05:00.000-02:00</published><updated>2006-08-21T22:20:21.753-03:00</updated><title type='text'>FACULTATIVAS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Conseguira passar pra Faculdade&lt;/strong&gt;. Contentamento e alivio da família!&lt;br /&gt;Aulas e matérias, muitas. Nunca se soube o porquê, mas entre tantos colegas, a menina &lt;strong&gt;mais bonita da turma chegou-se a ele&lt;/strong&gt;. Todos o invejaram! Mas o namoro não deu certo; &lt;strong&gt;ela era noiva&lt;/strong&gt; na cidadezinha de onde viera. &lt;strong&gt;Sobrou amizade, apenas!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nos anos que seguiram &lt;strong&gt;a amizade continou&lt;/strong&gt;. Nessa altura ele havia ficado noivo, e ela também. &lt;strong&gt;De outros.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ano final do curso&lt;/strong&gt;. Pouco antes da Formatura, um belo dia, ela o procura &lt;strong&gt;pra falar do seu casamento&lt;/strong&gt;, marcado para os próximos meses. O dele, já dera pra trás; estava livre. Ela, &lt;strong&gt;cheia de dúvidas&lt;/strong&gt;. Como se ele pudesse resolver o assunto!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formatura e as festas&lt;/strong&gt;. Muitas. Muito porre comemorativo. Numa delas, &lt;strong&gt;na Faculdade mesmo&lt;/strong&gt;, ele dançava com uma colega, quando a ex-quase namorada se aproxima e diz, &lt;strong&gt;imperativamente&lt;/strong&gt;: “&lt;em&gt;Se ele vai dançar com alguém tem que ser comigo&lt;/em&gt;!”. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parecia que ele esperava por aquilo!&lt;/strong&gt; Dançaram e se beijaram, pelo resto da festa, como só os apaixonados o fazem. &lt;strong&gt;Despediram-se felizes!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dia seguinte, manhã cinzenta, &lt;strong&gt;encontro marcado no pátio da escola&lt;/strong&gt;. Honesta, &lt;strong&gt;ela havia falado ao noivo&lt;/strong&gt; o que acontecera (&lt;em&gt;ele não tinha ido a festa, claro!&lt;/em&gt;), que deixou a solução com ela. Quem sabe, com ele também!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aguardou sua resposta&lt;/strong&gt;, uma definição, uma palavra, qualquer coisa. Segurando a emoção ele disse que “&lt;em&gt;ela deveria continuar com o seu noivo, que o noivo era muito melhor do que ele,  etc&lt;/em&gt;....”. Convenientes, &lt;strong&gt;quase covardes&lt;/strong&gt;, mentiras! &lt;br /&gt;Se abraçaram,  quase choraram, &lt;strong&gt;foram embora&lt;/strong&gt;. E o dia continuou cinza.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os dias que seguiram&lt;/strong&gt; foram de continuação dos festejos da Formatura. Missa, Colação de Grau, Famílias Felizes. &lt;strong&gt;Só se viram de longe&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Na semana seguinte &lt;strong&gt;ele recebeu uma carta&lt;/strong&gt;, dela, com o recorte de uma crônica falando de um acontecimento parecido. &lt;strong&gt;Ela o chamou de covarde&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Durante algum tempo ele guardou o recorte. Ela, casou-se com o noivo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEMBRANÇAS!&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-110790418091188535?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/110790418091188535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=110790418091188535' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110790418091188535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110790418091188535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/02/facultativas.html' title='FACULTATIVAS'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-110459762300623623</id><published>2005-01-01T14:39:00.000-02:00</published><updated>2005-01-01T14:40:23.006-02:00</updated><title type='text'>2005 COMEÇOU LINDAMENTE</title><content type='html'>&lt;b&gt;Dia lindo&lt;/b&gt;, temperatura e sol na medida certa, leio nessa mensagem inicial, como o anúncio de &lt;b&gt;um ano cheio de boas intenções&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevo isso, e &lt;b&gt;lá fora os ventos &lt;/b&gt;parecem me entender e &lt;b&gt;sopram agradavelmente&lt;/b&gt;, como a querer &lt;b&gt;afastar aqueles trágicos e sombrios acontecimentos&lt;/b&gt; dessa última semana do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sem querer colocar cargas maiores, &lt;b&gt;2004 não foi&lt;/b&gt;, pelo menos pra mim, &lt;b&gt;um ano com as melhores recordações &lt;/b&gt;e as melhores ocorrências. &lt;b&gt;Nada pessoal!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o &lt;b&gt;vento&lt;/b&gt;, lá fora, &lt;b&gt;novamente se pronuncia&lt;/b&gt;. Forte, sem espalhafato, cálido, sem exageros, parece que me dá o &lt;b&gt;apoio pra eu pensar otimistamente&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por um ano mais ameno, menos “trabalhoso”, mais generoso para todos,&lt;br /&gt;SONHO ACORDADO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-110459762300623623?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/110459762300623623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=110459762300623623' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110459762300623623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110459762300623623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2005/01/2005-comeou-lindamente.html' title='2005 COMEÇOU LINDAMENTE'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-110341902081664674</id><published>2004-12-18T23:06:00.000-02:00</published><updated>2004-12-18T23:17:00.816-02:00</updated><title type='text'>UMA VONTADE DE CHORAR</title><content type='html'>Acho que foi no &lt;strong&gt;primeiro ano da Faculdade. 1956&lt;/strong&gt;. Nós íamos fazer uns &lt;strong&gt;desenhos ao ar livre&lt;/strong&gt;, não me lembro em que canto  centro da cidade. &lt;strong&gt;Passeio Público, talvez&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Terminada a aula&lt;/strong&gt;, ou antecipado o fim dela, &lt;strong&gt;resolvemos ir ao cinema &lt;/strong&gt;por lá mesmo. &lt;br /&gt;Me lembro que foi no &lt;strong&gt;Cineac Trianon&lt;/strong&gt;, que passava uma espécie de sessão passatempo, normalmente, mas naquele dia estava levando um &lt;strong&gt;filme francês muito triste&lt;/strong&gt;. Sentamo-nos, &lt;strong&gt;os quatro&lt;/strong&gt;, na mesma fileira. Filme correndo, a coisa era triste mesmo (&lt;em&gt;ainda mais naquela época, em preto-e-branco&lt;/em&gt;) e a gente se segurando. Afinal, &lt;strong&gt;somos homens ou somos o que&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;Mas o &lt;strong&gt;nó na garganta apertava&lt;/strong&gt;, tava ficando complicado. Aconteceu o “&lt;strong&gt;milagre&lt;/strong&gt;”, então. &lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;Altino&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Altino Mário dos Santos&lt;/strong&gt;*), que nós chamávamos de "&lt;em&gt;Gago Coutinho&lt;/em&gt;" (&lt;em&gt;dá pra sacar porque&lt;/em&gt;!), chegou no meu pé-do-ouvido e disse:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Ooo fi-fi-filme ta tá ta  tris-triste, né? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;strong&gt;outros&lt;/strong&gt; também escutaram e em coro, &lt;strong&gt;respondemos&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;É mesmo&lt;/em&gt;!”, mas ainda nos segurando, claro. Somos ou não, homens?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Altino&lt;/strong&gt;, volta a carga:&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Ta dan-dando uma vo-vontade de cho-chorar, né?”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Respondemos&lt;/strong&gt;, novo coro:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Ta, mesmo!”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Altino&lt;/strong&gt;, arremata:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Va-vamos cho-chorar, então?”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Não precisou mais nada. &lt;strong&gt;Era a palavra, a voz de comando, que faltava&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Choramos&lt;/strong&gt;, convictamente choramos muito, &lt;strong&gt;os quatro&lt;/strong&gt;, e saímos do cinema com os &lt;strong&gt;olhos vermelhos e a felicidade no peito&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UM HOMEM TAMBÉM CHORA!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Altino Mário dos Santos, grande amigo meu desde os tempos de cursinho vestibular, depois de formado foi pra São Paulo e especializou-se em Arquitetura Hospitalar, junto com dois colegas de São Paulo.  Brós, Leitner e dos Santos, a firma deles, fez grandes e importantes  projetos hospitalares.&lt;br /&gt;Creio que a última vez que vi o Altino, meu querido “Gago Coutinho”, foi numa festa de 35 (ou 40) anos de formado no IAB do Rio de Janeiro. Gordo, mais do que imaginava eu, não o reconheceria se o visse na rua. Não chegamos a nos falar . Acho que ele já não está mais conosco.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-110341902081664674?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/110341902081664674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=110341902081664674' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110341902081664674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110341902081664674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/12/uma-vontade-de-chorar.html' title='UMA VONTADE DE CHORAR'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-110277332078378360</id><published>2004-12-11T11:47:00.000-02:00</published><updated>2006-08-21T22:38:43.633-03:00</updated><title type='text'>SONIA DE ALEGRETE E OS JUB´s 1956</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Primeiro ano &lt;/strong&gt;da Faculdade Nacional de Arquitetura, &lt;strong&gt;nossa equipe aquática&lt;/strong&gt;, quase toda de nadadores e jogadores de pólo aquático do Fluminense, &lt;strong&gt;foi convocada para os JUB´s&lt;/strong&gt;  (&lt;em&gt;Jogos Universitários Brasileiros&lt;/em&gt;) do ano de 1956. Porto Alegre. &lt;strong&gt;Tipo uma Olimpíada universitária&lt;/strong&gt;. Eu, no bolo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lá fomos nós&lt;/strong&gt;, avião da FAB, tremenda bagunça e barulho, nossa e dos motores, meio pra espantar um medão que todos tinhamos de voar naquelas areronaves antiquadas. &lt;strong&gt;Umas belas seis horas de vôo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Jogos&lt;/strong&gt;, em si, &lt;strong&gt;foram legais&lt;/strong&gt;, fomos &lt;strong&gt;campeões de Pólo Aquático&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;naquele tempo ainda chamávamos de water-polo, ora pois&lt;/em&gt;!), natação e outros esportes. No geral, São Paulo levou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="FaeRGS56Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/FaeRGS56Web.jpg" width="400" height="239" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parte da delegação&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Eu, 2º da direita pra esquerda&lt;/strong&gt;. À minha esquerda, &lt;strong&gt;Marco Antonio, meu irmão&lt;/strong&gt;. Reparem como estava cheio o estádio. &lt;strong&gt;Bons tempos!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que mais nos seduziu&lt;/strong&gt;, pelo inesperado, foi o &lt;strong&gt;enorme sucesso dos cariocas&lt;/strong&gt; por lá. Isso além das meninas, &lt;strong&gt;as gurias de lá&lt;/strong&gt;, serem bem diferente das cariocas, &lt;strong&gt;a maioria loiras &lt;/strong&gt;e, já naquela época, &lt;strong&gt;pintadas e maquiadas como nós não estávamos acostumados&lt;/strong&gt;. E todas, ou quase todas, &lt;strong&gt;muito interessadas na gente&lt;/strong&gt;. Beleza!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bastava que &lt;strong&gt;colocássemos os nossos agasalhos &lt;/strong&gt; sobre as costas, que aquela identificação, &lt;strong&gt;FAE&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Federação Atlética de Estudantes&lt;/em&gt;) – &lt;strong&gt;Cariocas&lt;/strong&gt;, fosse notada, que as gurias apareciam. Engraçado, muito engraçado, &lt;strong&gt;pediam autógrafos &lt;/strong&gt; também. Nos sentíamos como verdadeiras celebridades, anônimas. Mas &lt;strong&gt;curtimos muito&lt;/strong&gt;!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pensando nessa &lt;strong&gt;estória&lt;/strong&gt;, lembrei-me da &lt;strong&gt;guria, linda e loira&lt;/strong&gt;, que paquerei durante os Jogos, e não pude deixar de imaginar que &lt;strong&gt;ela&lt;/strong&gt; hoje, &lt;strong&gt;tal como eu&lt;/strong&gt;, deve ser uma senhora dos seus &lt;strong&gt;65/70 anos&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;Dai, a  &lt;strong&gt;pergunta que não quer calar&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMO ESTARÁ HOJE, A SONIA DE ALEGRETE?&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-110277332078378360?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/110277332078378360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=110277332078378360' title='34 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110277332078378360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110277332078378360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/12/sonia-de-alegrete-e-os-jubs-1956.html' title='SONIA DE ALEGRETE E OS JUB´s 1956'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>34</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-110177022561638506</id><published>2004-11-29T21:15:00.000-02:00</published><updated>2006-08-21T22:23:36.426-03:00</updated><title type='text'>QUASE QUASE!!!</title><content type='html'>&lt;b&gt;Aqui no Rio de Janeiro &lt;/b&gt; existe uma rua que é chamada de &lt;b&gt;Quase Quase&lt;/b&gt;. Acho que todos já ouviram falar dela. Creio que o &lt;b&gt;apelido foi dado &lt;/b&gt;pelo Sérgio Porto (&lt;b&gt;Stanislaw Ponte Preta&lt;/b&gt;), ou, pelo menos, quem mais a divulgou. Rua &lt;b&gt;Bulhões de Carvalho &lt;/b&gt;é o seu nome. Copacabana, Posto Seis. O Quase Quase, fica por conta da “&lt;i&gt;astúcia&lt;/i&gt;” dos que me lêem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lembrei-me do Quase Quase&lt;/b&gt;, ontem, quando entrei no &lt;b&gt;site do Fluminense&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;um descuido, quem sabe&lt;/i&gt;?) e li que o &lt;b&gt;basquete tricolor foi campeão carioca adulto em 1961 &lt;/b&gt;e, depois, nos anos 70 (tetra-campeão). &lt;br /&gt;Pombas, e daí, onde entra (ops!) o &lt;b&gt;Quase Quase&lt;/b&gt;? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Seguinte&lt;/b&gt;: sempre fiz esporte, ainda insisto apesar dos setenta. Minha casa esportiva &lt;b&gt;principal foi o Fluminense &lt;/b&gt;(1). &lt;b&gt;Nadei e joguei Pólo Aquático, entre 1954 e 1956 &lt;/b&gt;pelo clube e ganhei algumas competições, embora fosse um nadador apenas mediano. Em 1956, cansado das viradas, indas e vindas nas piscinas, da água enfim, &lt;b&gt;me mandei pro basquete&lt;/b&gt;, onde joguei de &lt;b&gt;1956 a 1960&lt;/b&gt;. Durante esse período, &lt;b&gt;tiramos um quinto lugar e quatro vice-campeonatos&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;O Flamengo ganhava todos os títulos!)&lt;/i&gt;. Como na natação, embora fosse um &lt;b&gt;razoável jogador de basquete&lt;/b&gt;, era reserva, &lt;b&gt;banquinho&lt;/b&gt;, como a gente dizia. &lt;br /&gt;Nessas minhas trocas de esporte, aconteceu o meu &lt;b&gt;Quase Quase&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1956, quando resolvi sair da natação para o basquete, &lt;b&gt;ano 1956&lt;/b&gt;, havia um companheiro, &lt;b&gt;Fernando Tovar &lt;/b&gt;(&lt;i&gt;hoje dirigente ligado ao vôlei e esportes olímpicos&lt;/i&gt;), que fazia tempos próximos aos meus, mas eu, normalmente, ganhava dele. &lt;b&gt;Com a minha parada &lt;/b&gt;ele, praticamente, herdou o lugar que poderia ser meu, no revezamento 4X100 metros livres, e &lt;b&gt;acabou sendo campeão carioca&lt;/b&gt;! &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Meu primeiro Quase.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="FluNatacaoPrincipiantesWeb.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/FluNatacaoPrincipiantesWeb.jpg" width="300" height="332" border="0" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Equipe campeã de Principiantes, 1955. &lt;br /&gt;Eu, segundo da direita para esquerda, em pé. Tovar, ao meu lado. &lt;br /&gt;Haviamos acabado de vencer um revezamento!&lt;/b&gt;&lt;/center&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1961, recém-formado, trabalho, esporte. Tempo ocupadíssimo. &lt;br /&gt;Meu cunhado, com quem eu trabalhava, sofreu um derrame e eu precisei optar entre o trabalho e o esporte. Parei, nunca soube se fiz bem, com o esporte (rsrsrsrs). Pois não é que nesse ano, o &lt;b&gt;Fluminense formou uma grande equipe &lt;/b&gt;(2), acabou sendo &lt;b&gt;campeã carioca &lt;/b&gt;e eu fiquei de fora? Embora não fosse um jogador titular, &lt;b&gt;teria sido campeão por equipe&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Meu segundo Quase&lt;/b&gt;! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="Basket58Vice3WEB.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/Basket58Vice3WEB.jpg" width="400" height="268" border="0" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Eu, segundo da direita pra esquerda, agachado. &lt;br /&gt;Esse foi o time de 57, vice-campeão!&lt;/b&gt;&lt;/center&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;FAISCA(3), QUASE QUASE!!!&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;(&lt;i&gt;1) Sempre fui Flamengo, "até morrer eu sou", mas fui pro Flu para nadar e o Flamengo ainda não tinha natação naquele tempo (1954/1956) &lt;br /&gt;(2) Renato Tovar, Arnaldo Santiago, Olivieri, Fritz e René Salomon, a equipe titular. &lt;br /&gt;(3) Faisca, esse era o meu apelido no esporte. É mole?&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-110177022561638506?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/110177022561638506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=110177022561638506' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110177022561638506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110177022561638506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/11/quase-quase_29.html' title='QUASE QUASE!!!'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-110176593069529984</id><published>2004-11-29T20:04:00.000-02:00</published><updated>2006-08-21T22:25:37.096-03:00</updated><title type='text'>ARQUEOLOGIA</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;b&gt;“Ciência que tem por objetivo o estudo das coisas da antiguidade”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vez em quando visito os meus álbuns de recortes, da &lt;b&gt;minha vida esportiva&lt;/b&gt;. Nunca fui um astro de nenhum esporte, mas dei as minhas cacetadas! &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Natação, Pólo Aquático, Basquete e Boliche&lt;/b&gt;, em épocas distintas, receberam os meus esforços e me deram as alegrias e tristezas, das vitórias e das derrotas. E, principalmente, os ensinamentos; obtidos muito mais com as derrotas, do que com as vitórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, dei uma olhada nos meus feitos (ops!!!) do &lt;b&gt;Pólo Aquático&lt;/b&gt;, procurei, e achei, as fotos e recortes de um &lt;b&gt;tri-campeonato brasileiro universitário, idos de 1956 a 1960&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1956 (Porto Alegre)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="PoloRGS56Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/PoloRGS56Web.jpg" width="300" height="227" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eramos uma equipe de nadadores, todos muito jovens, a maioria do &lt;i&gt;aquário&lt;/i&gt; da Arquitetura, e derrotamos na final a poderosa equipe de São Paulo, à época constituída por vários jogadores da seleção principal brasileira. Foi uma vitória surpreendente e que deixou a paulistada na pior. E nós, &lt;b&gt;campeões!!!&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;O time:&lt;br /&gt;Fernando Cals, Marco Antonio Cals, José Luiz Ripper, Edson Perri (Barriga), Alberto Daniel, Luiz Carlos Marques, Rolando Cruz&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CAMPEÕES BRASILEIROS UNIVERSITÁRIOS!!!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com várias modificações, em 1958 o time carioca de polo aquático, foi a BH para tentar mais um título. Foi assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1958 (Belo Horizonte)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="PoloMGCampeaoWeb.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/PoloMGCampeaoWeb.jpg" width="450" height="220" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente a final foi contra os paulistas; novamente ganhamos e nos sagramos  &lt;b&gt;bi-campeões&lt;/b&gt;. A diferença é que essa equipe carioca, agora, tinha quatro jogadores titulares da seleção brasileira. Passáramos de surpresa para favoritos:&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O time:&lt;br /&gt;Fernando Cals, Marco Antonio Cals, Sérgio Almeida, Everardo Cruz, Rolando Cruz,&lt;br /&gt;Márvio Kelly e Hilton Almeida&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E FOMOS BI-CAMPEÕES BRASILEIROS!!!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase em casa, os Jogos foram em Niterói, a agora poderosíssima seleção carioca, mandou ver e faturou o tri-campeonato brasileiro de pólo aquático universitário.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;1960 (Niterói)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Polo60TriWeb.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/Polo60TriWeb.jpg" width="300" height="279" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma diferença na final; sempre os nossos tradicionais maiores adversários, os paulistas. Mais uma vez, levamos a melhor e fomos &lt;b&gt;tri-campeões&lt;/b&gt; brasileiros universitários. Jogo duríssimo, com os dois times cheios de jogadores da seleção brasileira. Mas, deu Guanabara na cabeça!!!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O time: &lt;br /&gt;Fernando Cals, Sylvio Prado, Márvio Kelly, Daltely Guimarães, Silvio Kelly, Hilton Almeida e Sérgio Almeida&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Reminiscências à parte, vale lembrar  vários companheiros dessa grande campanha, que já foram dessa para outra dimensão:&lt;br /&gt;Os irmãos Rolando e Everardo Cruz, Hilton Almeida, Daltely Guimarães e Márvio Kelly. Turma muito querida!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TRI-CAMPEÕES, SEM QUALQUER DERROTA!&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-110176593069529984?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/110176593069529984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=110176593069529984' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110176593069529984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110176593069529984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/11/arqueologia.html' title='ARQUEOLOGIA'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-110147258279637872</id><published>2004-11-26T10:30:00.000-02:00</published><updated>2004-11-26T10:36:22.796-02:00</updated><title type='text'> VESTIBULARES E SUAS HISTÓRIAS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1954&lt;/strong&gt;, havia acabado o &lt;strong&gt;científico no Colégio Anglo Americano&lt;/strong&gt;. Já tinha escolhido fazer &lt;strong&gt;Arquitetura&lt;/strong&gt;, em parte &lt;strong&gt;influência do meu cunhado&lt;/strong&gt;, recém formado Arquiteto, em parte, a maior, pela simples razão de &lt;strong&gt;não ter química (eu detestava) no vestibular&lt;/strong&gt;. Mas, não me preparei ou fiz cursinho vestibular. Fui, na cara e coragem. &lt;strong&gt;Fui reprovado&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Como &lt;strong&gt;curiosidade&lt;/strong&gt;, já que eu não estava mesmo preparado, &lt;strong&gt;acabei fazendo as provas &lt;/strong&gt;de Desenho Artístico (ou Figurado) e Geometria Descritiva &lt;strong&gt;pra outro colega&lt;/strong&gt;, que era fraco nos desenhos, mas estava preparado pra matemática e física. Também &lt;strong&gt;não passou&lt;/strong&gt;! Diga-se de passagem, Desenho e Descritiva, que eram eliminatórias, &lt;strong&gt;consegui passar o cara!&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1955, segunda tentativa&lt;/strong&gt;, passei fácil pelas eliminatórias (Desenho e Descritiva), fui pras outras, Física e Matemática, fiz as escritas, não fui bem, levei o trote, e...&lt;strong&gt;desisti das orais&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Moral: reprovado&lt;/strong&gt;. Mas, como o número de candidatos era menor do que as vagas, &lt;strong&gt;fizeram uma segunda chamada&lt;/strong&gt;. Os colegas me avisaram, tava passando todo mundo, mas eu já tinha entrado numa de desânimo (babaca, claro!) e fim. &lt;strong&gt;Reprovei-me!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dias mais tarde, &lt;strong&gt;quando meu pai soube da minha idiotice&lt;/strong&gt;, e dos detalhes, &lt;strong&gt;ficou putissimo &lt;/strong&gt;comigo. Mas, já eram favas contadas; nada a fazer. &lt;strong&gt;Cai no trabalho &lt;/strong&gt;com meu cunhado arquiteto, enquanto esperava a terceira oportunidade. &lt;em&gt;Quem sabe: um é pouco, dois é bom, três é demais, o cara passa. Quem sabe, por antiguidade.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1956, agora tinha que dar&lt;/strong&gt;. Estava preparado, Descritiva, matando a pau. Desenho, sempre ia bem. Matemática e Física, meus algozes, tinha estudado. &lt;strong&gt;Acabei passando&lt;/strong&gt;, não sem algumas ajudas externas, no “&lt;em&gt;popular&lt;/em&gt;”, algumas &lt;strong&gt;colinhas&lt;/strong&gt;. Talvez desnecessárias, pois eu estava preparado, mas serviram para confirmar as minhas respostas. Detalhe interessante, foi que meu irmão, Marco Antonio, passou direto, entrando pra Faculdade no verdor (eita!) dos seus recém-feitos dezoito anos (na época, quase no limite). Foi um dos três mais novos da turma. Eu, com 21/22, considerei-me atrasadíssimo. &lt;strong&gt;Cinco anos mais tarde, formei-me Arquiteto&lt;/strong&gt;, sempre com notas muito boas nas disciplinas de Projeto; nas demais, pro gasto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faculdade Nacional de Arquitetura&lt;/strong&gt;, única na época, Praia Vermelha, o local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante muito tempo &lt;strong&gt;me recriminei &lt;/strong&gt;pelo vestibular abandonado, o ano perdido, &lt;strong&gt;a inevitável comparação com o meu irmão&lt;/strong&gt;, quatro anos mais novo, entrando e saindo do curso de Arquitetura, junto comigo. &lt;strong&gt;Depois&lt;/strong&gt;, não muito depois, vi que essa &lt;strong&gt;diferença era apenas uma impressão&lt;/strong&gt;, nunca uma realidade. &lt;strong&gt;Hoje, eu com 70 anos e ele com 66, somos ambos, idosos por igual.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRI CAMPEÃO!!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-110147258279637872?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/110147258279637872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=110147258279637872' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110147258279637872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110147258279637872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/11/vestibulares-e-suas-histrias.html' title=' VESTIBULARES E SUAS HISTÓRIAS'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-110009567107836320</id><published>2004-11-10T13:06:00.000-02:00</published><updated>2006-08-21T22:40:58.323-03:00</updated><title type='text'>FOI UM PROJETO QUE PASSOU EM MINHA VIDA...</title><content type='html'>No &lt;b&gt;ano de 1995 &lt;/b&gt;(creio eu), através uma empresa de planejamento, daqui do Rio de Janeiro, fui solicitado a fazer &lt;b&gt;um projeto muito interessante&lt;/b&gt;. Tratava-se do &lt;b&gt;Colégio Militar de São Paulo&lt;/b&gt;, a ser construído em um terreno, maravilhoso, &lt;b&gt;localizado em pleno Ibirapuera&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;entre as ruas Manoel de Nóbrega e Abílio Soares&lt;/b&gt;. Local nobre e super valorizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto seria &lt;b&gt;uma parceria do EB (Exercito Brasileiro) e a Prefeitura da cidade&lt;/b&gt;, no final do último mandato do Paulo Maluf (&lt;i&gt;com todo o respeito, argh&lt;/i&gt;!). Terreno do EB, meios da Prefeitura. Escusado dizer que nunca conseguiu sair do papel, e da maquete, tantas foram os “&lt;i&gt;interesses&lt;/i&gt;” não atendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="Colegio-Militar-SP-Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/Colegio-Militar-SP-Web.jpg" width="400" height="441" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Maquete e Perspectiva do CMSP&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucessor de Maluf, essa ”&lt;i&gt;incrível&lt;/i&gt;” figura de Celso Pitta, não conseguiu “&lt;i&gt;honrar&lt;/i&gt;” o compromisso assumido e o &lt;b&gt;projeto foi arquivado&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;Pena, pois seria um &lt;b&gt;extraordinário colégio público&lt;/b&gt;, talvez o melhor da cidade, e o meu maior projeto. Aliás, foi esse projeto o &lt;b&gt;principal propulsor da minha enorme vontade de viver em São Paulo&lt;/b&gt;, desejo esse posteriormente realizado. Aí, sem o CMSP!&lt;br /&gt;Bem, &lt;b&gt;o projeto&lt;/b&gt;, em toda a sua extensão, foi completamente executado e, modéstia a parte, &lt;b&gt;havia ficado muito bom&lt;/b&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E O MEU CORAÇÃO SE DEIXOU LEVAR!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;ps: No local onde seria construído o Colégio, hoje existe um prédio de moradia de Oficiais Generais e um de Oficias Superiores, além de alguns Pavilhões do Batalhão de Policia do Exercito, também projetos meus. Apenas comuns! &lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-110009567107836320?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/110009567107836320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=110009567107836320' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110009567107836320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/110009567107836320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/11/foi-um-projeto-que-passou-em-minha.html' title='FOI UM PROJETO QUE PASSOU EM MINHA VIDA...'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-109992326291878244</id><published>2004-11-08T13:10:00.000-02:00</published><updated>2006-08-21T22:22:14.670-03:00</updated><title type='text'>1967/1968; PÉ NA ESTRADA!!!</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Gostávamos de viajar&lt;/strong&gt;. De carro, quase carroças se comparados aos modelos atuais. &lt;strong&gt;Eu e Verinha&lt;/strong&gt;, num fusquinha 1300, com motor envenenado que eu mandara “&lt;em&gt;fazer&lt;/em&gt;”. &lt;strong&gt;Fábio e Letícia &lt;/strong&gt;levavam &lt;strong&gt;Geraldo e Dulce &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;tios da Verinha&lt;/em&gt;) em seu carro. Nem me lembro qual! Sei que uma vez foi num &lt;strong&gt;Karmann Ghia&lt;/strong&gt;, imaginem!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="TurmaAdultaWeb.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/TurmaAdultaWeb.jpg" width="400" height="302" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dulce, Verinha, Letícia e Fábio. Eta turminha boa!!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="VilaVelhaWeb.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/VilaVelhaWeb.jpg" width="400" height="260" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mesma galera, em Vila Velha. Notar a elegância das mulhas!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Itaimbezinho2Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/Itaimbezinho2Web.jpg" width="400" height="204" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Itaimbezinho, o canyon brasileiro. Eu nunca saia nas fotos; só as sacava!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E nos mandávamos por essas estradas incipientes &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;anos 60, se me fazem favor&lt;/em&gt;!) daqui para o &lt;strong&gt;Sul &lt;/strong&gt;(fomos duas ou três vezes). Numa delas, fomos a &lt;strong&gt;Assunção / Paraguai&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Apesar das dificuldades e das péssimas estradas, &lt;strong&gt;foram viagens memoráveis&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chegávamos sem hotéis marcados&lt;/strong&gt;, isso em plena época de Carnaval, tudo muito louco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas, sempre dava certo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HOJE, SEI LÁ??!!&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-109992326291878244?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/109992326291878244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=109992326291878244' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109992326291878244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109992326291878244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/11/19671968-p-na-estrada.html' title='1967/1968; PÉ NA ESTRADA!!!'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-109853349930633918</id><published>2004-10-23T09:05:00.000-03:00</published><updated>2006-08-21T22:27:01.866-03:00</updated><title type='text'>GOSTOSÃO, CAMÕES E LIGHT</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Mensagem cifrada?&lt;/strong&gt; Amigos que se foram? Sanduíches de um Bob´s qualquer da vida?&lt;br /&gt;Nada disso, &lt;strong&gt;explico&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Numa conversa outro dia&lt;/strong&gt;, na casa de um cliente onde faço uma pequena obra, conversávamos sobre meios de transporte e sua qualidade, enfocando sobretudo &lt;strong&gt;os ônibus&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Eu, nos meus setentanos, ele aos Seis ponto seis, lembrávamo-nos quase das mesmas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ah, os bons ônibus antigos!&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Ai, &lt;strong&gt;pintaram as lembranças &lt;/strong&gt;e os desarquivamentos de figuras quase esquecidas, que só aqui no Baú do Observador, com a necessária cavoucada (eu tinha escrito, cavucada, parece mais o esforço cometido, mas...), poderiam tornar a vida (ou quase!).&lt;br /&gt;Lembramos então do &lt;strong&gt;Gostosão&lt;/strong&gt;, ônibus americano, importado pelo Prefeito (seria?) do Rio daquela época (anos 50), com portas automáticas, ar condicionado, freio a ar, suspensão e direção hidráulicas, um verdadeiro luxo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;img alt="Gostosao-Web2.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/Gostosao-Web2.jpg" width="400" height="261" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Uma verdadeira &lt;strong&gt;coisa de primeiro Mundo&lt;/strong&gt;, que a falta de manutenção, rapidamente jogou no esquecimento. Pena, pois os ônibus eram melhores do que qualquer um desses modernos de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois vieram os &lt;strong&gt;Camões&lt;/strong&gt;, assim chamados por ter a frente recortada, parecendo que lhe faltava um olho. O motorista ia meio &lt;strong&gt;na frente do resto do ônibus&lt;/strong&gt;, e ele, o ônibus, possuía embreagem automática, coisa moderna pra época. Eu gostava de ficar lá na frente, em pé, vendo o motorista passar a marcha antes de muda-la. Ele já tinha passado a marcha e só trocava no momento que precisava. Um barato!&lt;br /&gt;&lt;img alt="Camoes-onibus-Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/Camoes-onibus-Web.jpg" width="274" height="218" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eram ônibus ingleses&lt;/strong&gt;, feios de doer, duros, mas com tecnologia avançada pra época. Esses, duraram um pouco mais do que os Gostosões. A linha que eu mais usava era o &lt;strong&gt;GOsorio&lt;/strong&gt;, ou seja, o que levava a General Osório (praça de Ipanema).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, “&lt;em&gt;last, but not least&lt;/em&gt;”, os ônibus ingleses da &lt;strong&gt;Light&lt;/strong&gt;, ainda mais antigos do que os outros, também &lt;strong&gt;feios de lascar&lt;/strong&gt;, mas com um conforto e acabamentos (pra época, claro!) dignos do Rio daquela época. Pra dar uma pálida idéia, os &lt;strong&gt;assentos eram forrados da mais qualificada casimira inglesa.&lt;/strong&gt;! Desse, a linha que mais vezes acolheu o meu traseiro infanto-juvenil sobre aquela casimira estrangeira, foi a que fazia o trajeto “&lt;strong&gt;Mourisco – Clube Naval&lt;/strong&gt;”. &lt;br /&gt;Pra quem não sabe: &lt;strong&gt;Mourisco&lt;/strong&gt;, em Botafogo, próximo do atual elevado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clube Naval&lt;/strong&gt;, numa esquina da Av Rio Branco, próximo ao Teatro Municipal.&lt;br /&gt;Lembro-me muito desse ônibus, circulando, em mão dupla, pela rua Payssandu, no Flamengo, sobre um super bem acabado piso de paralelepípedos polidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, lembranças à parte, deve ser ressaltado que &lt;strong&gt;a frota de ônibus do Rio&lt;/strong&gt;, atual, que sempre foi uma verdadeira porcaria, &lt;strong&gt;melhorou bastante&lt;/strong&gt;. Ônibus, não todos, mas muitos, com ar condicionado e melhores assentos, estão oferecidos a população. &lt;strong&gt;A estragar &lt;/strong&gt; tudo, os péssimos “&lt;em&gt;profissionais&lt;/em&gt;” que os dirigem, &lt;strong&gt;Verdadeiros idiotas&lt;/strong&gt;, explorados por &lt;strong&gt;empresários gananciosos e ladrões&lt;/strong&gt;. Mas, nem tudo é perfeito!&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.cade.busca.yahoo.com/search/img_cade/view?back=http%3a//br.cade.busca.yahoo.com/search/img_cade%3fp=onibus%2bantigos%26ei=UTF-8%26btweb=Buscar&amp;h=218&amp;w=274&amp;imgcurl=www2.uol.com.br/bestcars/carros/outros/onibus-aclo.jpg&amp;imgurl=www2.uol.com.br/bestcars/carros/outros/onibus-aclo.jpg&amp;name=%3cb%3eonibus%3c/b%3e-aclo.jpg&amp;p=onibus+antigos&amp;rurl=http%3a//www.uol.com.br/bestcars/colunas/m148.htm&amp;rcurl=http%3a//www.uol.com.br/bestcars/colunas/m148.htm&amp;type=jpeg&amp;no=1&amp;tt=19" target="_blank" class=link&gt;&lt;strong&gt;Leia Mais&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PODE PARECER COISA DE VELHO, MAS QUE ERAM MELHORES...ERAM, MESMO!&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-109853349930633918?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/109853349930633918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=109853349930633918' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109853349930633918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109853349930633918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/10/gostoso-cames-e-light.html' title='GOSTOSÃO, CAMÕES E LIGHT'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-109818445273218182</id><published>2004-10-19T08:13:00.000-03:00</published><updated>2006-08-21T22:32:19.456-03:00</updated><title type='text'>RECUERDOS...</title><content type='html'>&lt;b&gt;Saímos de ônibus &lt;/b&gt;do Colégio Anglo Americano, &lt;b&gt;idos de 1953/54&lt;/b&gt;, para um jogo de &lt;b&gt;basquete &lt;/b&gt;contra o time do São Bento, lá próximo da Praça Mauá. &lt;br /&gt;Naquela época &lt;b&gt;ainda não havia sido aterrada a baia de Guanabara&lt;/b&gt;, no trecho entre Botafogo e Flamengo, e nós, o ônibus claro, &lt;b&gt;seguíamos margeando o mar&lt;/b&gt;, com aquele próximo visual dos anos mais simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;No caminho&lt;/b&gt;, enquanto discutíamos aspectos do jogo a ser realizado, passamos por um &lt;b&gt;carro que transportava a Luz del Fuego&lt;/b&gt;, a gostosa da época (ela mesma, teria dito, tempos depois: “&lt;i&gt;duvido que o Brasil tenha tido uma estrela como Luz del Fuego&lt;/i&gt;”).&lt;br /&gt;Claro, &lt;b&gt;ficamos todos alvoroçados&lt;/b&gt;, fomos para as janelas pra ver aquela figura mítica, que povoava nossos pensamentos eróticos de quase meninos. Lembrar que naquele tempo, &lt;b&gt;esses lances de “ficar’, selinho, etc, não vingavam&lt;/b&gt;. Uns amassos, vá lá; por aí, &lt;b&gt;parava&lt;/b&gt;!&lt;br /&gt;A diva, a &lt;b&gt;Luz del Fuego&lt;/b&gt;**, assim que nos viu, olhando acintosamente para ela, &lt;b&gt;chegou-se mais próxima da porta&lt;/b&gt;, desassombradamente levantou o vestido que usava, &lt;b&gt;até bem mais que o meio das coxas&lt;/b&gt;, deixando-nos com a &lt;b&gt;visão quase total do “paraíso” desejado&lt;/b&gt;. Delírio total. Fugaz, pois o carro dela foi embora e nós &lt;b&gt;ficamos a ver navios&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="luz14.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/luz14.jpg" width="400" height="253" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;LUZ DEL FUEGO &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Continuamos a viagem&lt;/b&gt;, comentando alegre e excitadamente a visão das coxas ( e dos seios) da gostosa, quando nos deparamos com o &lt;b&gt;naufrágio de um barco de pesca&lt;/b&gt;, ali mesmo, &lt;b&gt;quase encostado a mureta&lt;/b&gt; que separava a pista do mar. Vimos os pescadores se atirando ao mar, enquanto o barco soçobrava, lentamente. Ninguém morreu, &lt;b&gt;foi um naufrágio quase patético&lt;/b&gt;. Próximo ao que era chamado, naquele tempo, de &lt;b&gt;Praia das Virtudes&lt;/b&gt;. Nessa Praia das Virtudes, vi, algumas vezes, &lt;b&gt;animadas partidas de water-polo &lt;/b&gt;(pólo aquático) sendo disputadas. &lt;b&gt;Que tempos!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Seguimos nosso caminho&lt;/b&gt;, chegamos ao &lt;b&gt;São Bento&lt;/b&gt;, que era favorito, pois tinha um jogador que já se destacava em clubes do Rio, e &lt;b&gt;ganhamos a partida&lt;/b&gt;. Dos detalhes, do que fiz no jogo, etc., pouco me recordo. &lt;b&gt;Apenas do final&lt;/b&gt;, quando graças a uma tática esperta do nosso técnico, Ratinho, &lt;b&gt;conseguimos fazer os dois pontos finais pra vencer a partida.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;UM DIA INESQUECÍVEL!!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**&lt;b&gt;pra quem quiser saber mais sobre ela&lt;/b&gt;, &lt;a href="http://memoriaviva.digi.com.br/luzdelfuego/" target="_blank" class=link&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e &lt;a href="http://memoriaviva.digi.com.br/luzdelfuego/" target="_blank" class=link&gt;&lt;b&gt;aqui, também&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-109818445273218182?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/109818445273218182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=109818445273218182' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109818445273218182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109818445273218182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/10/recuerdos.html' title='RECUERDOS...'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-109803939522688431</id><published>2004-10-17T15:48:00.000-03:00</published><updated>2004-10-17T15:56:35.226-03:00</updated><title type='text'>A PAELLA</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;i&gt;Uma explicação: como a descrição da Paella ficou um pouco longa, pela minha preocupação de passar todos os detalhes da tarefa, cololquei a reportagem fotográfica em outro post (anterior).  Acho que vai ficar menos pesado; os posts, claro! Pois a Paella, essa é maravilhosamente leve e divina!&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;INGREDIENTES:&lt;/b&gt; Repetindo!&lt;br /&gt;Um polvo, grande; Um quilo de lulas (eu disse, lulas; cuidado com eventuais semelhanças linguisticas!); Um quilo de mexilhões. &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Obs 1: rigorosamente limpos, os navegantes acima!!!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;12 camarões médios (pode ser dos grandes e pode ser um número maior, tipo uns 24)&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Obs 2: lavados, mas ao natural; casca, bigodes, etc.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Uma cabeça de peixe (como sai da peixaria)&lt;br /&gt;Ervilhas frescas (na falta, pode ser de lata, mesmo)&lt;br /&gt;Quatro cebolas de bom tamanho; Duas cabeças de alho; Três pimentões (vermelhos); Limões, alguns&lt;br /&gt;Azeite de oliva (separe um litro, dos bons, ao menos)&lt;br /&gt;Um tablete de caldo de legumes&lt;br /&gt;Arroz Tio João (não usar outro, por favor)&lt;br /&gt;Açafrão, de preferência do importado (o pó, of course!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;INSTRUMENTOS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Uma paelleira grande, para 12 pessoas, comprada nas boas casa do ramo e uma panela grande com tampa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PREPARO:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;-Na panela grande, cheia d´água, coloca-se uma cebola, descascada, e a cabeça do peixe; bota pra ferver!&lt;br /&gt;-Descascar as cebolas e um dente de alho; reservar;&lt;br /&gt;-Limpar, remover eventuais resíduos  das lulas e fatia-las em tiras de meio a um centímetro; reservar;&lt;br /&gt;-No polvo, passar uma água limpa, dar uma geral, mexilhões, idem;&lt;br /&gt;-Aguarda-se a fervura da panela com a cabeça de peixe    a água ferveu!&lt;br /&gt;-O polvo vai pra panela, onde ficará até chegar ao &lt;i&gt;ponto&lt;/i&gt;. Dá pra sentir, pois o bicho fica rosado / avermelhado (lindo de se ver!) e deve-se provar a textura pra confirmar. Nem  duro demais, ou macio em exagero. Se fosse uma massa, diria, al dente!&lt;br /&gt;-Hora de separar os tentáculos do polvo, fatia-los, no sentido transversal em pedaços de um centímetro cada; o corpo também deve ser cotado em porções de dimensões parecidas. Reservar&lt;br /&gt;-A cabeça, não utilizar. Pode dispensar. &lt;br /&gt;-Picar três ou quatro cebolas, os pimentões (uns três), reservar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;HORA DA PAELLA PEGAR FOGO!!!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Momento apoteótico do acontecimento!&lt;br /&gt;A paelleira para doze pessoas é uma peça grande, tipo uns 50 centimetros de diâmetro e deveria ser recebida por um fogão industrial, com grande capacidade calórica, etc. Mas, não se assuste; o seu fogão de 4 bocas, normal, pode suportar a heróica tarefa.&lt;br /&gt;-Acenda as 4 bocas e coloque a paelleira distribuída eqüitativamente por elas e pelo próprio fogão. Se você tiver um fogão a lenha, mesmo que demore um pouco mais, tanto melhor.&lt;br /&gt;-Coloque o azeite; não economize, pode botar azeite a vontade, formando uma camada de um centímetro, ou pouco mais, no fundo da paelleira.&lt;br /&gt;Deixe o azeite esquentar, coloque a cabeça de alho limpa (em gomos), coloque os pimentões e as cebolas previamente picados, deixe iniciar o processo de refogado.&lt;br /&gt;-Coloque as lulas, misturando-a ao refogado, mexendo com colher de pau durante uns dois minutos, mais ou menos.&lt;br /&gt;-Coloque o polvo e continue mexendo, sempre carinhosamente, com a colher de pau.&lt;br /&gt;Você irá notar que aparecerá uma espécie de líquido, uma água, natural do polvo e das lulas.&lt;br /&gt;-Um pouco mais de aguardo, começar a colocar as porções de arroz, tipo uma mão cheia por pessoa, no caso, doze porções. Mexer bem, misturar o arroz com os demais ingredientes, parar um pouco. Lembre-se, tudo muito carinhosamente, um ato de amor.&lt;br /&gt;-Colocar o molho da panela, aquela com a cebola e a cabeça de peixe, regando distribuidamente o conteúdo da paelleira.&lt;br /&gt;-Colocar os mexilhões, sempre distribuindo de forma &lt;iu&gt;“democrática”&lt;/i&gt; pela paelleira.&lt;br /&gt;-Os camarões, entram a seguir: coloque-os, a mão, um por um, também harmoniosamente no imenso oceano gastronômico da paelleira. Lembre-se: para doze pessoas, devem ser doze camarões. Afinal é uma Paella que se prepara, não um prato de camarões. Mas, devido a grande aceitação do crustáceo, pode-se aumentar essa população. No nosso caso, o dobro. Nada mal!&lt;br /&gt;-Coroando e na parte central, semi afundado no arroz, um alho inteiro, com casca e tudo, pimentão filetado e as ervilhas.&lt;br /&gt;-No resto da água (molho) da panela, coloca-se o açafrão e rega-se o conjunto todo, sempre cuidadosamente e distribuindo por igual.&lt;br /&gt;Provar para ver se existe necessidade de botar mais sal (marinho, claro!), e deixa-se secar, naturalmente em fogo médio.&lt;br /&gt;-O ritual da paella e dos paelleiros, recomenda que se experimente o odor da &lt;i&gt;“obra”&lt;/i&gt;: chegue-se próximo ao fogão, braço esquerdo à costa, curve-se em reverência e com a mão direita, acima do prato fumegante, puxe uma, duas, três vezes, aquele vapor delicioso oriundo da paella.&lt;br /&gt;-Agora, rezar e esperar a hora de se deliciar!Vamos esperar uns dez a quinze minutos, até a paella secar.&lt;br /&gt;-Servir, com azeite e limão. &lt;b&gt;Atenção:&lt;/b&gt; cabe, normalmente, ao paelleiro, servir seus convidados.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VALE LEMBRAR:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Diferença fundamental, para quem esteja em dúvida e confunda com risoto ( oh, infeliz, caso seja!)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Risoto, é molhado; Paella, é inteiramente seca!!!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;SE NÃO ACERTAR, CHAME-ME QUE EU VOU LÁ!!!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-109803939522688431?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/109803939522688431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=109803939522688431' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109803939522688431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109803939522688431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/10/paella.html' title='A PAELLA'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-109803858011662098</id><published>2004-10-17T15:37:00.000-03:00</published><updated>2006-08-21T22:31:24.716-03:00</updated><title type='text'>PAELLA FOTOGRÁFICA</title><content type='html'>&lt;b&gt;Algum tempo atrás&lt;/b&gt;, publiquei a receita de uma &lt;b&gt;PAELLA&lt;/b&gt; que foi feita na casa da &lt;a href="http://muiedomeidomato.blogspot.com" target="_blank" class=link&gt;&lt;b&gt;Muie do Mei do Mato&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, um verdadeiro sucesso.&lt;br /&gt;Não vou repetir tudo que já foi publicado,  e que coloquei no post a seguir, ou acima,  mas dou os tópicos principais, junto com as fotos do preparo.&lt;br&gt; &lt;br /&gt;Mas, lembro: a leitura do ritual de preparação, é &lt;b&gt;OBRIGATÓRIA&lt;/b&gt;, para melhor compreender o., digamos, &lt;i&gt;“espirito da coisa”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Então, vamos lá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;INGREDIENTES:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Um polvo, grande; Um quilo de lulas (eu disse, lulas; cuidado com eventuais semelhanças linguisticas!); Um quilo de mexilhões. &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Obs 1: rigorosamente limpos, os navegantes acima!!!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;12 camarões médios (pode ser dos grandes e pode ser um número maior, tipo uns 24); &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Obs 2: lavados, mas ao natural; casca, bigodes, etc.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Uma cabeça de peixe (como sai da peixaria); &lt;br /&gt;Ervilhas frescas (na falta, pode ser de lata, mesmo); &lt;br /&gt;Quatro cebolas de bom tamanho; Duas cabeças de alho; Três pimentões (vermelhos); &lt;br&gt;&lt;br /&gt;Limões, alguns: &lt;br /&gt;Azeite de oliva (separe um litro, dos bons, ao menos) &lt;br /&gt;Um tablete de caldo de legumes; Arroz Tio João (não usar outro, por favor); &lt;br&gt;Açafrão, de preferência do importado (o pó, of course!). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fotos, estão em &lt;b&gt;ordem cronológica&lt;/b&gt;, ou, pode-se dizer, em ordem de entrada em cena, dos diversos ingredientes e ações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="paella-01Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/paella-01Web.jpg" width="440" height="350" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A LULA, JÁ FATIADA E O POLVO; O POLVO NA PANELA, PRA PRIMEIRA FERVURA&lt;br /&gt;O POLVO, SENDO FATIADO, EM ANÉIS; A PAELLERA, COM AZEITE, MUITO AZEITE.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="paella-02-Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/paella-02-Web.jpg" width="440" height="322" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O MATERIAL DO REFOGADO; REFOGANDO&lt;br /&gt;ENTRAM AS LULAS; LOGO APÓS, O POLVO.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="paella-03-Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/paella-03-Web.jpg" width="440" height="335" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;COLOCANDO E DISTRIBUINDO O ARROZ&lt;br /&gt;PREPARANDO O MOLHO; COLOCANDO OS MEXILHÕES&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="paella-04-Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/paella-04-Web.jpg" width="440" height="329" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;VEJAM OS CAMARÕES!!! QUE FESTA!!!&lt;br /&gt;ERVILHAS; MOLHO DE AÇAFRÃO&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="paella-05-Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/paella-05-Web.jpg" width="440" height="334" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A PAELLA PRONTA (LINDA);  A REVERÊNCIA DO PAELLERO&lt;br /&gt;SECOU, TÁ PRONTA PRA COMER; UM PRATO MONTADO&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="paella-06-Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/paella-06-Web.jpg" width="440" height="333" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;OS COMENSAIS E O PÓS ALMOÇO&lt;br /&gt;O PAELLERO E AMIGOS; A DONA DA CASA E A NINA.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PURA, PURA FESTA!!!&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-109803858011662098?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/109803858011662098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=109803858011662098' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109803858011662098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109803858011662098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/10/paella-fotogrfica.html' title='PAELLA FOTOGRÁFICA'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-109775363253557964</id><published>2004-10-14T08:29:00.000-03:00</published><updated>2006-08-21T22:29:28.830-03:00</updated><title type='text'>FOI NESSA ÉPOCA; MAIS OU MENOS...</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;strong&gt;Eu&lt;/strong&gt;, mais ou menos na época em que se passou a estorinha abaixo.&lt;br /&gt;&lt;img alt="FCaos7a.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/FCaos7a.jpg" width="250" height="226" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UNS 60/63 ANOS ATRÁS!!!&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-109775363253557964?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/109775363253557964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=109775363253557964' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109775363253557964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109775363253557964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/10/foi-nessa-poca-mais-ou-menos.html' title='FOI NESSA ÉPOCA; MAIS OU MENOS...'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-109775310566121438</id><published>2004-10-14T08:18:00.000-03:00</published><updated>2004-10-14T08:25:05.660-03:00</updated><title type='text'>OUTRA HISTÓRIA DAS ANTIGAS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Dezembro do ano passado&lt;/strong&gt;, postei uma história que me veio a cabeça, plena subida da serra, &lt;strong&gt;debaixo de uma braba chuva e neblina&lt;/strong&gt;, enquanto voltava do Rio. O &lt;strong&gt;porque daquelas lembranças&lt;/strong&gt;, que vieram à minha cabeça de roldão e inesperadamente, &lt;strong&gt;nunca entendi&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;Mas gostei! &lt;strong&gt;Gosto&lt;/strong&gt;! Das lembranças e do texto.&lt;br /&gt;Hoje, &lt;strong&gt;falta de assunto&lt;/strong&gt;, ou essas coisas dos mais velhos, reedito a estorinha, aqui, no meu &lt;strong&gt;BAÚ DO OBSERVADOR&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;EDIFÍCIO GRAÇAS A DEUS. RUA TENENTE POSSOLO, 18. ANOS 40.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Nessa época eu tinha menos de dez anos. A 2a grande guerra estava em plena ebulição.Tínhamos nos mudado pra lá, um edifício cinza, pó de pedra, ao lado da sinagoga principal do Rio de Janeiro, daquela época. Rolavam altas festas na sinagoga, que tinha a fachada totalmente inacabada, na alvenaria crua, diziam pra poder pedir dinheiro para sua terminação. Enquanto morei por lá, nunca fizeram nada. Mas o dinheiro, entrou!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Me lembro da minha turma. Alguns moravam no meu prédio, outros eram vizinhos de rua, outros moravam por perto, na Conselheiro Josino, na General Caldwell, na Senado, Mém de Sá, por ali.&lt;br /&gt;Em minha casa éramos, &lt;strong&gt;eu, minha irmã Elsa Maria e meu irmão Marco Antonio&lt;/strong&gt;, além, é claro, dos meus pais.&lt;br /&gt;No nosso prédio, os irmãos, judeus, Salomão e os gêmeos Luis e Abraão. Ainda outros dois irmãos, Edimar (burro como uma porta) e Wilmar (cafetão da própria mãe).&lt;br /&gt;Vizinho, o Joubert, cuja mãe também era do ramo do chamado meretrício, grande amigo do Marco Antonio. Na esquina outro amigão do Marco Antonio, o Carlinhos.&lt;br /&gt;Na rua do Senado, os irmãos Dino e Arlindo, filhos do jornaleiro, grandes jogadores de futebol. Do Dino, diziam que havia treinado no Fluminense. O Arlindo, virou uma legenda na turma: estivera desenganado, com tétano, sobreviveu. Grande história!&lt;br /&gt;Na general Caldwell, morava o Zé Meu Amigo (já tinha virado nome e sobrenome, pois era assim que eu o chamava). Junto com ele, moravam sua irmãs, que muitos anos mais tarde, soube por outro amigo que por lá morou, também se entregavam ao mais antigo dos ofícios.&lt;br /&gt;Tinha também os filhos do marinheiro, o Ricardo, comprido e desengonçado, e o Ovilho, cujo nome nunca soube e que era assim chamado, Ovilho, por ter um caroço, um quisto no rosto. E o Leão, muitos anos mais tarde, reconhecido, por mim, como o Léo, irmão do Silvio Santos. Morava na Henrique Valadares.&lt;br /&gt;Na esquina, quase, morava a Ula, Ursula de nascimento, que ficou grande amiga da minha irmã. Polonesa, viera fugida da Europa, por causa da perseguição nazista aos judeus. Mais tarde, junto com os pais, emigrou para os Estados Unidos.&lt;br /&gt;E tinha o Danton! Arrumado, sempre impecável, era o Fluminense nos nossos campeonatos de futebol de botão. Morava na Conselheiro Josino e, soube mais tarde também, pelo mesmo amigo que me disse das irmãs putas do Zé Meu Amigo, virara viado.&lt;br /&gt;Circunstancialmente, outros menos chegados, como o Russo (tremendo mau elemento), Manoelzinho, filho do português da venda e outros menos votados e por mim não lembrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso, todas essas lembranças, me ocorreram enquanto voltava, hoje, sábado 13 de dezembro, do Rio pra Correas, debaixo de uma tremenda chuva e neblina. Sem mais, nem menos. Porque???!!!&lt;br /&gt;60 anos depois! &lt;br /&gt;&lt;b&gt;TEMPORAL DE REMINISCÊNCIAS!!!&lt;/b&gt; &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-109775310566121438?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/109775310566121438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=109775310566121438' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109775310566121438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109775310566121438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/10/outra-histria-das-antigas.html' title='OUTRA HISTÓRIA DAS ANTIGAS'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-109762666591539590</id><published>2004-10-12T21:14:00.000-03:00</published><updated>2006-08-21T22:28:29.613-03:00</updated><title type='text'>ESTORIETA ESPORTIVA (da série Arqueológica)</title><content type='html'>&lt;b&gt;DO BOLICHE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1964, dezembro, batizado da minha primeira filha, Andréa&lt;/b&gt;, o boliche estava em alta. No &lt;b&gt;Rio e em São Paulo os boliches&lt;/b&gt;, todos em condições precárias (&lt;i&gt;isso eu veria bem mais tarde, quando começaram a aparecer os boliches de qualidade, automáticos, de competição&lt;/i&gt;), pululavam pelo Rio todo. Mais ou menos umas quinze casas do gênero. &lt;b&gt;Era o barato da época!&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Comecei meio sem querer&lt;/b&gt;, pois ainda não havia assimilado bem a idéia de arremessar uma bola de mais de sete quilos, pela noite a fora. &lt;b&gt;Resistia aos convites&lt;/b&gt;. Mas, nesse dia do batizado da Andréa, com amigos e primos que já jogavam, &lt;b&gt;fui (fomos, eu e Verinha) jogar no boliche Gávea.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como nunca havia jogado&lt;/b&gt;, além de observar alguns caras que jogavam bem, &lt;b&gt;tentei ver qual a semelhança&lt;/b&gt; com algum dos esportes que praticara. Imediatamente &lt;b&gt;fiz uma analogia com o basquete&lt;/b&gt;, achando que a corrida para o arremesso do boliche tinha algo a ver com a &lt;b&gt;bandeja do basquete&lt;/b&gt; e fui me ajeitando. Já no fim da noite, &lt;b&gt;não jogava mais a bola na canaleta.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nunca mais parei de jogar boliche&lt;/b&gt;, esporte que pratiquei &lt;b&gt;até o ano 2001&lt;/b&gt; quando mudei para Correas e, dadas as péssimas condições das pistas locais, &lt;b&gt;arquivei bolas, sapatos, luvas e demais “geringonças” do jogo&lt;/b&gt;. Com muita pena, pois adorava jogar boliche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dessa data&lt;/b&gt;, meu primeiro encontro com o boliche, foi um pulo para eu começar a me interessar pelos &lt;b&gt;campeonatos&lt;/b&gt;. Jogava bem, tinha uma boa disponibilidade física e entrei nas primeiras equipes oficiais dos boliches da época. Joguei primeiro na &lt;b&gt;equipe do Pax, boliche de Ipanema&lt;/b&gt;, depois fizemos um equipe, &lt;b&gt;Gemini 5&lt;/b&gt;, com minha mulher, minha irmã e meu cunhado, todos nascidos sob o signo de Gêmeos. &lt;b&gt;Pura e gostosa brincadeira.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A partir daí, a coisa ficou séria&lt;/b&gt;, alguns amigos formaram uma equipe, fui convidado e... foi um pulo! &lt;b&gt;Nascia o Carcará; e deu certo! Muito certo!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="CARCARA2.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/CARCARA2.jpg" width="250" height="240" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CARCARÁ!!!&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;No primeiro Rio / São Paulo&lt;/b&gt; do esporte (já começavam a existir as Federações e clubes de boliche), disputamos bem, mas &lt;b&gt;chegamos em quarto lugar&lt;/b&gt;. Ganhou uma equipe de São Paulo, se não me engano, do &lt;b&gt;Corintians&lt;/b&gt;. Grande equipe!&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ficamos ligados&lt;/b&gt; e montamos, para o &lt;b&gt;Rio / SP de 1970&lt;/b&gt;, uma equipe mais forte, apoiada no grupo básico inicial (&lt;i&gt;Guido, o fundador, Felipe, Bob e Fernandão&lt;/i&gt;), trouxemos um cara que era (foi durante muito tempo) um dos craques da modalidade, &lt;i&gt;Toninho Carvalho&lt;/i&gt;, incorporamos o &lt;i&gt;Costa&lt;/i&gt;, grego engraçadissimo e bom jogador, veio o &lt;i&gt;Ivan&lt;/i&gt; (o Doutor), um médico que jogava esquistamente, mas muito eficiente, e &lt;b&gt;fomos a luta&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="CarcaraAnos70RioSP2Web.jpg" src="http://observador.blogbrasil.com/CarcaraAnos70RioSP2Web.jpg" width="250" height="275" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A EQUIPE!&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Moral da estória&lt;/b&gt;: ao fim de quatro meses de disputas, &lt;b&gt;fomos campeões com quatro rodadas de antecedência&lt;/b&gt;, dando início ai, a &lt;b&gt;hegemonia do Carcará&lt;/b&gt;, no Rio e no Brasil, &lt;b&gt;até meados dos anos 90&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Muitas vitórias e muita estória pra contar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TEMPO BÃO!&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-109762666591539590?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/109762666591539590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=109762666591539590' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109762666591539590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109762666591539590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/10/estorieta-esportiva-da-srie.html' title='ESTORIETA ESPORTIVA (da série Arqueológica)'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8695935.post-109762560874195752</id><published>2004-10-12T20:55:00.000-03:00</published><updated>2004-10-27T21:57:31.540-03:00</updated><title type='text'>DE MUDANÇA</title><content type='html'>O &lt;strong&gt;Sapo&lt;/strong&gt;, parece-me, anda saltando muito e produzindo pouco. Meu Baú, o de lá, não tem sido alcançado. Vai dai, procuro na minha outra casa de fé, o &lt;strong&gt;Blogspot&lt;/strong&gt;, uma guarida.&lt;br /&gt;Quem sabe, o &lt;strong&gt;Baú vem pra cá?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;QUEM SABE?&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8695935-109762560874195752?l=baudobservador.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://baudobservador.blogspot.com/feeds/109762560874195752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8695935&amp;postID=109762560874195752' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109762560874195752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8695935/posts/default/109762560874195752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://baudobservador.blogspot.com/2004/10/de-mudana.html' title='DE MUDANÇA'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15699601589132116260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_shIH8KrHdJI/SNO9n1Nt8UI/AAAAAAAAAJc/ps2OlfVp5q0/S220/FC+BLOGUE.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
